domingo, 5 de fevereiro de 2012

A Prova Quádupla

A Prova Quádrupla foi adotada em janeiro de 1943 pelo Conselho Diretor do Rotary International com a finalidade de desenvolver e manter altos padrões de ética nas relações humanas. Por seis décadas os rotarianos vêm aplicando essas quatro perguntas, conhecidas como “A Prova Quádrupla”, em suas vidas comerciais, sociais e pessoais. A Prova Quádrupla apresenta as perguntas que devem ser respondidas por cada um. Milhares de rotarianos a têm usado e compartilhado com outros. Milhões de exemplares foram distribuídos a escolas e ao comércio. A Prova Quádrupla foi inscrita em monumentos de granito, exibida em cartazes, escrita em contratos de trabalhadores, impressa em papel de embrulho, em guarda-chuvas, além de ter sido o tema de inúmeros trabalhos literários e discursos. Contudo, muitas pessoas pensam e divulgam que a Prova Quádrupla do Rotary é um “Código de Ética”. Mas a Prova Quádrupla é muito mais do que isso. É importante conhecer o contexto em que ela foi aplicada pela primeira vez. Uma empresa nos Estados Unidos, fabricante de panelas de alumínio, denominada Club Aluminum Company estava falida e com uma dívida de mais de 400.000 dólares. Seus sócios estavam sem esperanças em sua recuperação. Então, contrataram um “INTERVENTOR”, o Sr. Herbert Taylor, para intervir e produzir o seu fechamento da melhor forma possível. Herbert Taylor, em sua primeira visita à fábrica, tomou o cuidado de percorrer todos os setores da empresa. A cada setor que passava, ele foi muito bem recebido, com saudações do tipo: “Seja bem vindo ao melhor setor da CAC”. Os adjetivos variavam muito: “mais animado”, “campeão do campeonato interno”, etc. Taylor constatou que a empresa estava muito segmentada, não havia mútua colaboração entre os setores e todos agiam apenas para proveito próprio. Já em seu gabinete, o Sr. Taylor começou a receber os responsáveis dos diversos setores.

O primeiro foi o Gerente de Marketing, com um enorme cartaz nas mãos, entrou na sala dizendo:
- “Sr. Taylor tenho a salvação para a nossa empresa. Bolei uma campanha publicitária apoiada no slogan: CAC a melhor panela!”

Taylor, muito ponderado, disse: -“Como não conheço este ramo, tive o cuidado de ir a um shopping e constatei que nossos concorrentes oferecem panelas de boa qualidade e a preços menores. Isso que você afirma no cartaz, é a verdade?” O Gerente de Marketing saiu meio cabisbaixo, refletindo sobre o que ouvira dizer.

O seguinte a entrar foi o Gerente da Contabilidade, que disse: -“Olha, Sr. Taylor, hoje aniversaria nosso colega Julio e resolvemos fazer um bolinho. Passe lá depois do expediente, mas não espalhe, pois é só para o pessoal do nosso setor”.

Taylor disse: -“Se o Julio é empregado da empresa, ao comemorar somente com o pessoal do seu setor, criará melhores amizades?” O Gerente de Contabilidade saiu cabisbaixo refletindo sobre as palavras que ouvira dizer.

Assim, a cada funcionário que o procurava, Taylor fazia uma das quatro perguntas: É a Verdade?, É Justo?, Criará Boa Vontade?, Será Benéfico?

Com o tempo, todos compreenderam que cada um deles era uma pequena, porém importante, engrenagem daquela “máquina” denominada Club Aluminum Company, Se eles pretendiam tirar “bom proveito” daquela máquina deveriam, antes, contribuírem para a sua melhoria e assim, pertencendo a uma máquina sadia, produtiva e lucrativa, eles também poderiam usufruir dos bons resultados.

COMO SE APLICA

Durante muitas décadas, os Rotary Clubes e os rotarianos em todo o mundo tem usado a Prova Quádrupla como instrumento para desenvolver o respeito e a compreensão entre os povos. A Prova é empregada da seguinte forma, primeiro, se decora o texto e, depois, se adquire o hábito de confrontar pensamentos, palavras e atos com a as perguntas formuladas. A Prova Quádrupla está sendo agora adotada, com sucesso, nos negócios, governos e escolas, em todo mundo, como um instrumento de aferição da conduta de cada um. Se guardada na memória e aplicada no tratamento com terceiros, contribuirá definitivamente para mais efetivas e amistosas relações. A experiência de muitos tem mostrado que, ao consultar-se sistematicamente a Prova Quádrupla, para avaliar a retidão de pensamentos, palavras e atos, lograr-se-á maior felicidade e êxito.


O CRIADOR DA PROVA QUÁDRUPLA Herbert J. Taylor Nasceu em Pickford, Michigam e se formou em direito pela Universidade de Northwestern em Evanston; recebeu o título de Doutor Honoris Causa, em direito, da Faculdade de Direito do Houghton College de Nova York. Foi diretor-presidente da Club Aluminurn Products Company, de Chicago; diretor da Monarch Aluminum Manufacturing Company de Cleveland, Ohio; diretor da Chicago Federal Savings and Loan Association; diretor do First National Bank, de Barrington; membro consultivo da Universidade de Illinois; diretor do Chicago Better Business Bureau; presidente do Conselho de Regulação de Preços do Ministério da Guerra em Washington; diretor da Associação Americana de Administradores e da Associaçâo de Produtos de Alumínio. Ingressou em Rotary em 1923, no Rotary Club de Paulis Valley, Oklahoma, do qual foi presidente. Tendo transferido residência para Chicago, passou a pertencer ao Rotary Club nº 1, onde ocupou diversos cargos, inclusive a presidência, em 1944- 45. No Rotary lnternational, ocupou os cargos de governador, diretor, vice - presidente, presidente e membro de diversas comissões. Herbert Taylor morreu em 1º de maio de 1978.


HISTÓRIA DA PROVA QUÁDRUPLA
por Herbet J. Taylor

Em 1932, fui encarregado pelos credores da Club Aluminum Company, de evitar a falência e conseqüente fechamento da empresa. Atuava a mesma como distribuidora de utensílios de cozinha e de outros artigos para uso doméstico. Achamos que era devedora de uma importância superior a US$ 400.000 acima do ativo total. Estava quebrada, mas ainda viva. Nessa ocasião, um banco de Chicago emprestou-nos US$ 6.100, parcos recursos com os quais deveríamos prosseguir operando. Apesar de termos um bom produto, nossos competidores também comerciavam com material de excelente qualidade e de marcas largamente anunciadas. Nossa empresa dispunha de ótimos empregados, mas a concorrência igualmente os possuía. E, além disso, achavam-se naturalmente, em condições econômicas muito mais sólidas do que a nossa.


Com tremendos obstáculos e desvantagens a enfrentar, sentimos a necessidade de criar em nossa organização algo com que os competidores não contassem em idênticas proporções. Decidimos, então, que teria de girar em torno do caráter, da noção do dever e do espírito de servir do nosso pessoal. Determinamos principiar por selecionar cuidadosamente os nossos colaboradores e, em seguida, ajudá-los a se tornarem melhores homens e mulheres, à medida que avançassem nas suas carreiras. Acreditávamos na "força da razão" e resolvemos tentar o máximo para que estivesse ela sempre do nosso lado. A indústria que nos consagrávamos, como acontecia com várias outras, tinha um código de ética, mas este era muito longo e quase impossível de ser memorizado e, portanto, impraticável. Concluímos que precisávamos de um padrão simples para avaliar a correção de nossa maneira de proceder e que todos na empresa pudessem rapidamente lembrar-se. Entendíamos que o texto proposto não deveria apontar aos nossos empregados o que lhes competia fazer, porém dirigir-lhes perguntas que lhes facilitassem verificar se os seus planos, normas e ações estavam certas ou erradas. Havíamos procurado nas publicações disponíveis uma medida de ética curta, mas não conseguimos encontrar uma satisfatória. Um dia, em julho de 1932, resolvi orar a respeito do assunto. Naquela manhã, debrucei-me sobre a minha escrivaninha e pedi a Deus que nos ajudasse a pensar, falar e fazer, o que fosse certo. Imediatamente peguei um cartão em branco e escrevi "A Prova Quádrupla" do que pensamos, dizemos ou fazemos, assim:

1 - É A VERDADE?

2 - É JUSTO PARA OS INTERESSADOS?

3 - CRIARÁ BOA VONTADE E MELHORES AMIZADES?

4 - SERÁ BENÉFICO PARA TODOS OS INTERESSADOS?

Coloquei essa pequena série de perguntas sob o vidro de minha mesa de trabalho e deliberei ensaiá-la por alguns dias, antes de abordar o assunto com qualquer funcionário da empresa. O resultado foi deveras desencorajador. Por pouco não a joguei na cesta de lixo. Logo no primeiro dia quando comparei tudo que passou pelas minhas mãos com a sua indagação inicial: "É a verdade?" Nunca me havia, até então, percebido de quanto estava freqüentemente afastado da verdade e do número de inexatidões que figuravam nos documentos, cartas e propaganda da empresa. Depois de cerca de dois meses de um sincero e constante empenho de minha parte, eu estava completamente convencido de seu valor e, ao mesmo tempo, imensamente humilhado, e às vezes desanimado, com o meu próprio desempenho como presidente da empresa. Tinha, entretanto, progredido bastante naquele propósito de respeitar o teste para julgar-me autorizado a mencioná-lo à meus associados. Discuti-o com os quatro chefes de departamento.


Talvez seja útil conhecer qual a crença religiosa dos componentes desse grupo: Um era católico, o segundo cristão adventista, o terceiro judeu ortodoxo e o quarto presbiteriano. Indaguei a cada um deles se notava algum detalhe na Prova Quádrupla contrário à doutrina e aos ideais de sua particular devoção. Todos concordaram que o culto da veracidade, eqüidade, amistosidade e prestimosidade, não só se ajustava a seus princípios, mas que se permanentemente observados nos negócios, essas virtudes lhes asseguravam maior sucesso e aperfeiçoamento. Anuíram em averiguar se os planos, normas, informes e publicidade do estabelecimento se coadunavam com os ditames da Prova Quádrupla. Mais tarde pediu-se a todo o pessoal que decorasse e adotasse em suas relações com os demais. A investigação da linguagem dos nossos anúncios, à luz da Prova Quádrupla, resultou na eliminação de asseverações cuja autenticidade não podia ser demonstrada. Superlativos como "o melhor", "o maior", "o único", desapareceram de nossa propaganda. Como conseqüência, o público gradualmente passou a depositar crescente fé no que declarávamos nos anúncios e a comprar mais das nossas mercadorias. O uso ininterrupto da Prova Quádrupla levou-nos a alterar nossa orientação atinente às relações com os competidores. Abolimos de nossa literatura e reclames quaisquer comentários adversos ou prejudiciais aos produtos da concorrência. Quando se oferecia uma oportunidade de elogiar nossos colegas não hesitávamos s em fazê-lo. Assim, conquistamos sua consideração, respeito e amizade. A obediência aos preceitos da Prova Quádrupla no trato com nossos empregados, fornecedores e clientes, garantiu-nos a sua estima e boa vontade. Aprendemos que a afeição e confiança daqueles com quem nos associamos são essenciais ao êxito duradouro dos negócios. Graças ao leal esforço dos nossos servidores por mais de vinte anos, temos aproximado com firmeza dos alvos a que a Prova Quádrupla se propõe atingir. Fomos recompensados com um contínuo aumento das nossas vendas e lucros, do qual participou a remuneração do pessoal. Falida em 1932, conseguimos atingir a atual situação com suas dívidas integralmente saldadas, o pagamento de mais de um milhão de dólares a seus acionistas e um acervo superior a dois milhões. Todos esses resultados provinham de um investimento inicial de apenas US$ 6.100, da observância da Prova Quádrupla e do labor intenso de algumas dedicadas criaturas que acreditaram na bondade divina e atuaram sob a inspiração de elevados ideais. Os dividendos intangíveis, derivados da adoção da Prova Quádrupla, são ainda mais significativos do que os financeiros. Temos constantemente visto crescerem, a nosso favor, a boa vontade, estima e confiança dos clientes, concorrentes e o público em geral e, o que é mais valioso assinalamos um grande aprimoramento dos predicados morais do nosso corpo de funcionários e empregados.

Descobrimos que não se pode aplicar incessantemente a Prova Quádrupla a todas as modalidades de contatos, no setor dos negócios, durante as oito horas por dia sem que se contraia o costume de consultá-la no curso da própria vida doméstica, social e cívica. E, dessa forma, seremos:


melhor pai, melhor amigo e melhor cidadão.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dov Seidman: Valores, integridade e confiança guiam empresas na Era do Comportamento

O especialista em ética corporativa, Dov Seidman, fala sobre como as companhias devem agir em um mundo interconectado e interdependente.

Dov Seidman, considerado pela revista Fortune “o consultor de maior sucesso no circuito da virtude corporativa”, é pioneiro na ideia de que empresas com mais princípios são mais lucrativas e sustentáveis. Seidman propõem diversas reflexões, sobre como as empresas podem inspirar funcionários a criar uma cultura de inovação e resultados. Ele explica a importância do comportamento e da transparência das companhias em um mundo interconectado e interdependente.

Um novo jeito de pensar e de agir é a proposta do consultor, já que vivemos hoje num mundo mais interconectado e interdependente.
Nos próximos cinco anos, valores, integridade e confiança serão prioridades dentro das empresas – até mais do que a busca pela qualidade de produtos e serviços. “Isso vai ser demonstrado de forma concreta e científica”, prevê o consultor e especialista em ética corporativa Dov Seidman, palestrante que abordou o tema Liderança na Era do Comportamento e da Transparência – Como Obter Vantagem Competitiva por meio de Valores Sustentáveis, da HSM ExpoManagement 2011.

Para Seidman, antigos conceitos não trazem mais eficiência às empresas. “Eu estava num voo da Southwest Airlines para Las Vegas e a aeromoça disse com paixão e energia: -‘Quem colocar o cinto de segurança cruzado terá sorte no jogo’. Todos se motivaram a fazê-lo e o avião decolou seis minutos antes que seus concorrentes.

Essa comissária não recebeu nenhum pagamento adicional para agir assim. Ela apenas transmitiu os valores da companhia: pontualidade, diversão e segurança por meio de seu comportamento”, contou. Seidman disse que a cultura inspiradora em valores aumenta o crescimento e a inovação dentro das empresas, mas isso ainda é uma realidade para poucos. Hoje sete entre dez funcionários não estão envolvidos e apaixonados pelo seu trabalho.

“Eles não estão engajados para contribuir com criatividade”, disse e é preciso ter paixão porque além de interconectados somos interdependentes. Hoje um vendedor de rua pode espalhar a Primavera Árabe no Oriente Médio. “Nunca um indivíduo teve tanto poder para ser uma força pró ou contra sua empresa”, afirmou.

Comportamento em ação

Segundo Seidman, vivemos na era do comportamento e as empresas precisam colocá-lo em ação. Elas devem pensar menos em ‘quanto’ e mais em ‘como’.

Ao todo, ele cita quatro tipos de companhias:

1-) A que vive na anarquia,

2-) A que segue a obediência cega (hierarquia rígida),

3-) A que tem aquiescência assumida (liderança e controle com recompensas e penalidades)

4-) A que adota a autogovernança (baseada em valores autossustentáveis).

Seidman alerta, ainda, para as características das empresas no mercado americano: de 5.122 empresas pequenas e grandes nos Estados Unidos, apenas 3% têm autogovernança, 54% vivem a aquiescência assumida e 43%, a obediência cega.

“Gostaria que vocês pensassem que ‘como’ não é a pergunta. É a resposta. Recompense os funcionários não por ‘quanto’ eles realizaram, mas por ‘como’. A vantagem competitiva está no comportamento de criar confiança para operar e liderar”, concluiu.

Fonte: Portal HSM 07/11/2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Foco na Solução!

Foco na Solução...



Um paciente diz ao psiquiatra:


- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!


- Deixe-me tratar de você durante dois anos. Venha três vezes por semana e eu curo este problema.


- E quanto o senhor cobra?


- R$ 120,00 por sessão.


- Bem, eu vou pensar



Passados seis meses eles se encontram na rua.


- Por que você não me procurou mais? – pergunta o psiquiatra.


- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, dois anos = R$ 37.440,00. Ia ficar caro demais. Aí um sujeito num bar me curou por 10 reais.


- Ah é? Como?


- Por 10 paus ele cortou os pés da cama.


Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples.



Há uma grande diferença entre foco no problema e foco na solução.



Concentre-se na solução ao invés de ficar pensando no problema.



Recebido de um amigo.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O Seo Nirso

O Gerente de Vendas, Sr. Gomes, recebeu o seguinte Fax de um de seus novos vendedores:



“Seo Gomis, o criente de Belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor tomá as providenssa. Abrasso, Nirso”.



Aproximadamente uma hora depois, recebeu outro fax do “Nirso”:



“Seo Gomis, Os relatório di venda vai xegá atrazado proque to fexando umas venda. Temo que mandá mais treis mil pessa. Amanhã to xegando. Abrasso, Nirso”.


No dia seguinte, outro fax:



“Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi mais deis mil pessa em Beraba. Tô indo pra Brazilha. Abrasso, Nirso”.



E no outro dia…



“Seo Gomis, Brazilha Fexô 20 mil pessa. Vô pra Frolinópolis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso”.



E assim foi o mês inteiro.



O Sr. Gomes, muito preocupado com a imagem da empresa, levou ao presidente as mensagens que recebera do vendedor.



O Presidente, escutou atentamente, olhou os faxes, e comentou:



- Deixa este problema comigo. Eu tomarei todas as providências necessárias.



No mesmo dia, ele redigiu de próprio punho um aviso e o afixou no mural da empresa, juntamente com as mensagens do “Nirso”:



“A parti de oje, nóis tudo vamo fazê feito o Nirso. Si priocupá menos em iscrevê serto, mode vendê maiz. Acinado, o Prezidenti”.


terça-feira, 14 de junho de 2011

O Abacaxi

Abacaxi - Uma estória de gestão


Numa grande empresa trabalhava João, um funcionário sério, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com 20 anos de casa. Um belo dia, João vai ao presidente da empresa fazer uma reclamação:


- Tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, e agora me sinto um tanto injustiçado. Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais que eu.


O patrão fingiu não ouvi-lo e, cumprimentando, falou:


- Foi bom você ter vindo aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá ajudar-me. Estou querendo dar ao nosso pessoal uma sobremesa após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Vá até lá e verifique se tem abacaxi.


João, sem entender, saiu da sala e foi cumprir a missão a ele designada. Em cinco minutos estava de volta. Então? Disse o patrão.


Responde João: - Verifiquei como o senhor mandou e a barraca tem o abacaxi.


E quanto custa cada? Perguntou o patrão.


Isto eu não perguntei não! Respondeu João!


Eles têm quantidade suficiente para atender todos os funcionários? Perguntou o Patrão.


Não sei, isto eu não perguntei, respondeu João.


Muito bem, João, sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.


Pegou o telefone e mandou chamar o Juca.


Quando Juca entrou na sala, o patrão foi logo dizendo: Juca estou querendo dar ao nosso pessoal uma sobremesa após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas, vá até lá e verifique se tem abacaxi.


Em oito minutos Juca estava de volta - E então, Juca? Perguntou o patrão.


Tem abacaxi, sim. Têm quantidade suficiente para todo o pessoal e se o senhor quiser eles têm também laranja e banana.


E o preço? Perguntou o patrão.


Bom, o abacaxi eles estão vendendo a R$ 2,50 a unidade; a banana a R$1,50 a dúzia e a laranja a R$ 5,00 o kilo, já descascada. Mas como eu disse que a quantidade era grande eles me concederam um desconto de 15%. Deixei reservado o abacaxi. Caso o senhor resolva, eu confirmo o pedido.


Agradecendo a Juca pelas informações o patrão dispensou-o e voltou-se para João na cadeira ao lado e perguntou-lhe: - Você perguntou alguma coisa quando entrou em minha sala hoje. O que era mesmo? ...




Conhecimento, Habilidades e Atitudes....isto faz a diferença!


Autor desconhecido.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Carroça

"Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.

Ele sentou numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, é uma carroça vazia ...

- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

- Ora, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho.

- Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz

Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz..."

Autor desconhecido.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

As Duas Pulgas

Reengenharia - AS DUAS PULGAS

Muitas empresas caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.

Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:
- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.
E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.
E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen.
Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha:
- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?
- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.
- E por que é que estão com cara de famintas?
- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?
- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:
- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?
- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.
- O que as lesmas têm a ver com pulgas?
- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me deu o diagnóstico.
- E o que a lesma sugeriu fazer?
- "Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".
Moral: você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a grande mudança é uma simples questão de reposicionamento.

Autor desconhecido

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Devaneios...

Conversando com um grande amigo sobre o futuro e as possibilidades do mercado de trabalho, com tudo aquilo que acontecerá no Brasil nos próximos anos, devaneamos sobre algumas possibilidades.


Confesso que até pensei: “Pode ser loucura”, mas depois de uma pequena analise quanto aos fatos, até que não viajamos muito.


Concluímos que existem duas vertentes. A primeira tange a imensa oportunidade que existe no norte e nordeste do país quanto à necessidade de profissionais qualificados para ocuparem postos táticos e estratégicos nas grandes empresas que optaram em basear-se em uma região em franco desenvolvimento. Caso pensem em trabalhar muito ( não que isso não seja diferencial se optarem em ficar onde estão), precisarão ter consciência que lá não lá muitas possibilidades de usufruir dos lazeres que tempos por aqui.


A segunda vertente necessita-se de uma qualificação ainda maior, pois estamos falando do comercio exterior. Com a globalização, grandes emergentes, exemplifico a China, tem dominado o mundo com os seus produtos que chegam mais baratos em nosso pais do que realizar todo o processo produtivo dentro de nosso território devido ao “custo Brasil”.


Exemplo disso, em uma bela noite de verão, me dirigi ao shopping para comprar algumas gravatas, em uma loja masculina. Alguns dias após comprá-las, fui usá-las. Ao ler a etiqueta, toda personalizada com a marca, deparei-me com a inscrição “made in China”. Será que nossas empresas não estão visualizando que é mais barato importar do que produzir aqui??


Segue o questionamento... corremos o risco do pais entrar num processo de desindustrialização??


Bom, em se tratando de devaneios, tudo vale... mas vale a pena nos preparar pois se as oportunidades aparecerem, estaremos prontos.


Qualificar-se sempre, eis a receita.

domingo, 3 de abril de 2011

Exemplo...

Exemplos, são eles que nos provam que é necessário chegar, completar nosso objetivo.


Determinação, esforço, força de vontade, caracteristicas de uma atleta que não ganhou uma Olimpíada, se sim venceu seus limites e se tornou um ícone de superação.


Gabrielle Andersen em 1984, nos Jogos Olímpios nos deu a maior lição de que, podemos, quando queremos, superar nossas forças, nossas limitações.


Veja o video abaixo... http://www.youtube.com/watch?v=CKTjdXyJuYM


Faça acontecer... supere seus limites!

terça-feira, 29 de março de 2011

Faça a Diferença, Seja diferente!

FAÇA A DIFERENÇA – SEJA DIFERENTE



“Paulo trabalhava em uma determinada empresa há dois anos. Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações. Nunca chegava atrasado. Por isso mesmo já estava com 02 anos na empresa, sem sequer ter recebido uma única reclamação. Certo dia, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação: - Sr. Gustavo, tenho trabalhado durante estes dois anos na em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. Fiquei sabendo que o Pedro, que tem o mesmo cargo que eu e está na empresa há somente 06 meses já vai ser promovido?!?...


Gustavo, fingindo não ouvi-lo disse: - Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Vá até lá e verifique se eles tem abacaxi. Paulo, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta. - E aí Paulo? - Perguntou Gustavo: - Verifiquei como o senhor pediu e o moço tem abacaxi sim... - E quanto custa? - Ah, Isso eu não perguntei não... - Eles tem abacaxi suficiente para atender a todo nosso pessoal? Quis saber Gustavo. - Também não perguntei isso não... - Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi? - Não sei não... - Muito bem Paulo. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco. O diretor pegou o telefone e mandou chamar o novato Pedro. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Paulo. Em oito minutos, Pedro voltou. - E então? Indagou Gustavo. - Eles têm abacaxi, sim Seu Gustavo. E é o suficiente para todo nosso pessoal e, se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$1,20 a unidade e a laranja a R$20,00 o cento. - Mas como eu disse que a compra seria grande em quantidade, eles nos concederão um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o Senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou o Pedro.


Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o. Voltou-se para Paulo, que permanecia sentado (e calado) ao seu lado e perguntou-lhe: - Paulo, o que foi que você estava mesmo me dizendo? - Nada não, patrão. Esqueça. Com licença...E Paulo deixou a sala...”



Mesmo sem perceber, algumas pessoas preferem realmente continuarem estagnadas do que fazer a diferença e tomar uma atitude. Muitas, creio, não sabem nem onde se encontram ou qual é a sua função. Optam por coisas medianas e estão satisfeitas com seus resultados medíocres. E esquecem que “Transformação é uma porta que se abre por dentro.”


Muitos líderes têm dificuldades com o seus liderados, pois, querem o melhor para eles. Querem ensinar e passar um pouco de suas experiências para que no caminho o liderado possa cometer novos erros, não os mesmos cometidos por ele, líder. Ensinar o melhor caminho para o crescimento sempre vai de encontro com dogmas e paradigmas, e, quebrá-los, é uma dura missão. Pois se o outro lado estiver satisfeito com a situação, o mundo pode gritar, que nada o fará mudar.


Hoje as empresas de sucesso querem profissionais, com os quais possam contar “full time”, e os diretores sabem que aquele colaborador que ali se encontra, não quer aposentar naquela função e sim ocupar um cargo melhor ou até mesmo uma diretoria. Querem ver a empresa crescendo e se sentir essencial para o crescimento da mesma, sabendo que crescerá junto.


A busca por pessoas com atitude é primordial nas contratações e o profissional que surpreende, que vai além do esperado, que busca informações e capacitações sem esperar a iniciativa da empresa, certamente, irá alcançar um grande sucesso.


Não estagnar representa tomar uma atitude de vencedor, onde o almejo por vitórias se torna constante, independente de situações externas, mas totalmente interna.




“Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco.” (Edmund Burke)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Gonçalo Borges

Assisti a algum tempo um vídeo da coleção “Circulo dos Profissionais de Vendas” - que recomendo a todos vocês - onde, pude em pouco mais de sete minutos, fazer uma reavaliação de minha vida.

Esta video mostrou-me realmente que “a vontade é muito maior que o talento”. Não existe CRISE, ela está dentro de nós. Com quantas pessoas encontramos antes de chegar ao trabalho e ao cumprimentá-las, perguntamos: “Como vão as coisas? ”e ouvimos várias respostas, ou melhor, murmurações do tipo: “vai levando...”, “É... estou indo p’ra luta...”, “vou lá ralar mais um pouco...” e outras respostas deste gênero...

Vi e me emocionei. Durante alguns minutos ao ouvir a história e os conselhos de Gonçalo Borges - um pintor brasileiro, muito diferente da grande maioria: a deficiência física (nasceu com os dois braços atrofiados) não o impediu de se tornar um empresário de sucesso.

A receita desse vencedor, desse homem de sucesso, está em acreditar e fazer aquilo que tem vontade, o que quer, independente das dificuldades ou dos obstáculos que surgiram. Vê-lo dirigir seu carro pelas ruas é incrível, pois com a força de vontade e determinação, alcançou seus objetivos.

Temos um único e grande defeito que está dentro de nossos pensamentos e sentimentos, é acreditamos que sempre está ruim, péssimo ou algo parecido; é não sermos incapazes de perceber o lado positivo de nosso mundo.

Recomendo esse vídeo, vejam e revejam tantas vezes quanto forem necessárias, como lição de vida, motivação para o sucesso e ânimo para a auto-estima. Perceba que somos capazes de inúmeras realizações, que por falta de vontade, esforço, ou até mesmo comodismo, ficamos inertes, sem querer provar o gosto da vitória.

Temos que buscar o Sucesso, pois “Sucesso é acordar de manhã – não importa quem você seja, onde você esteja, se é velho ou se é jovem – é sair da cama por que existem coisas importantes que você adora fazer, nas quais você acredita, e em que você é bom. Algo que é maior que você, que você quase não agüenta mais esperar para fazer hoje”.

“Viver é acreditar e realizar o impossível.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Seja um vencedor

SEJA UM VENDEDOR!

Por Ricardo Jordão

Nos EUA a profissão de "salesman" é tão admirada quando a profissão de Policial e Bombeiro. Lá nos EUA eles sabem que o mundo capitalista é movido pelo vendedor. Aqui, infelizmente, os vendedores de Yakult, Enciclopédia Barsa, os telemarketeiros das companhias de telefone e outras geringonças detonaram a imagem do vendedor. Aqui imagina-se que o vendedor é um cara fracassado que não conseguiu ser nada na vida e por isso migrou para vendas.

A imagem do vendedor é tão ruim por aqui que até o próprio vendedor tem vergonha de ser chamado de vendedor. Vendedor que se preza se entitula "Gerente de Contas Estratégicas", "Strategic Account Mananer", "Gerente de novos Negócios", "Arquiteto de Soluções" yadda yadda yadda.

Não tenha vergonha de ser chamado de VENDEDOR. Tenha ORGULHO de ser chamado de VENDEDOR. Pois é VOCÊ, e não o cara que carimba a nota, ou o cara que escreve o código do ERP, ou o cara que entrega o produto, ou o cara que trabalha no financeiro, que FAZ A EMPRESA ACONTECER.

Para a sua informação, 85% dos CEOs das 500 maiores empresas dos EUA são ex-vendedores. Se você é VENDEDOR, você tem 85% de chance de virar Presidente da empresa em que você trabalha. A turma de marketing, tecnologia, produção, recursos humanos, logística, criação etc podem ter o melhor ticket refeição HOJE, ou se gabar que lêem mais do que você, mas quem vai comprar o restaurante inteiro AMANHÃ é o Vendedor.

Seja um VENDEDOR! Seja Gentil com todos, Chame a Responsabilidade para isso, Preocupe-se em entender onde a empresa ganha e perde dinheiro, Preocupe-se em conhecer os Clientes da empresa, Preocupe-se em conhecer de verdade os produtos que vocês vendem, Preocupe-se em conhecer de verdade todos os departamentos da empresa.

Seja um VENDEDOR!

domingo, 16 de janeiro de 2011

A Importância do sincero "não sei"

A importância do sincero "não sei"

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte

cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente

algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para

fazer e pergunta:

- Será que vai chover hoje?

- Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas:

- o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

- Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"...então a sua

aérea é Marketing:

- o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão

pensando.

- Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de

Engenharia:

- o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em

números.

- Se a resposta for "ESQUECI"... você nasceu para Recursos Humanos:

- uma área em que qualquer fato sempre estará na dependên cia de outros

fatos.

- Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de

Contabilidade:

- o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos

próprios olhos.

- Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um

guarda-chuvas":

- então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada

para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha uma

carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei"

quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta

pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

?Não sei? é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e

pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma

decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais

difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê?

Eu sinceramente "não sei".

(por Antonio Ermirio de Moraes - Revista Exame)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

2011

“Dois mil e Onze”

Certa vez, perguntaram a Confúcio: "O que mais o surpreende na humanidade?" Ele respondeu:"Os homens. Perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver no presente nem no futuro....." - "Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido."

Mais uma vez cantamos felizes (possivelmente mais “simpático” que o normal) aquele música de final de ano: “Adeus ano velho, feliz ano novo, que tudo se realize, no ano que vai nascer, muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender...”

Um hino que está impregnado em nossas mente, mas, acredito, nunca refletimos acerca de nossos pedidos. Duas coisas básicas, “dinheiro no bolso” e “saúde pra dar e vender”. E totalmente opostas, segundo Confúcio.

Vamos por partes: saúde – o que mantêm a nossa máquina, nosso corpo, em um ótimo estado de conservação. É muito difícil termos esta saúde, a que se refere nosso hino, vivendo muitas vezes estresse, correria de trabalho, má alimentação, sedentarismo e outros inúmeros males que no decorrer do ano nem nos lembramos deles.

Dinheiro – nosso querido “din-din” – continuam fazendo a mesma coisa, e querem resultados diferentes. Não mudam e querem que apareça mudança em sua vida. 2011 será igual a 2010, se tivermos a mesma postura e mesma conduta.

Acredito muito no ano de 2011 como o ano da virada. No quais muitas surpresas “agradáveis” acontecerão. Porém, essas surpresas estão em nossas mãos. Aliás, se todos buscarmos fazer o bem, ajudando o maior número de pessoas a realizarem seus sonhos, certamente teremos um Brasil melhor, dos nossos sonhos.

Cultivemos o espírito fraternal, para que assim criemos uma perspectiva de melhora. Sabemos que está em nossas mãos a mudança para melhorar esse país, nosso Estado e nossa cidade. Temos que fazer a nossa parte. Salvar a nossa estrela do mar.

A grande maioria não acredita que possamos obter o tão sonhado sucesso e suas realizações. Crêem que tudo é impossível. Albert Einstein já dizia que: “Uma coisa só é impossível, até que alguém duvide e acabe provando o contrário”.

Primeiramente teremos que nos tratar com mais amor. Semear mais esse sentimento tão escasso no mercado, nas pessoas e nos lugares. Tudo pode estar difícil, como muitos afirmam, mesmo que esteja se tiver amor, pelo menos fica mais gostoso viver.

Vamos colocar mais coração, mais vontade, mais garra, mais determinação, mais desejo, resumindo, mais prazer em tudo que fazermos. Podemos (e devemos!) mudar o rumo e a direção que esse Brasil caminha. Sabemos que não podemos esperar de nossos governantes. Devemos fazer uma revolução “bidê”, na qual virá de baixo para cima.

Temos esse poder, essa força. Só que, por enquanto, poucos usam, ou acreditam que as tenham. Creio ser por falta de fé, no poder que está em nossas (suas!) mãos. Mas devemos e temos que mudar isso. Crendo que somos capazes. A Bíblia que “Deus não escolhe os capacitados e sim capacita os escolhidos...” e todos nós somos escolhidos. Mas temos que fazer a nossa parte.

Então!?!? Vamos arregaçar nossas mangas e começar diferente esse ano novo? Ou Apenas lembrar que na virada cantamos, fizemos planos, nos iludimos e começarmos na mesmice?

Do nosso futuro, quem dá conta somos nós. Mais ninguém. Podemos correr e “avançar no mundo”, ou, podemos, continuar na mesma vidinha de 2010, 2009, 2008... Vamos fazer com que 2011 e todos os anos subseqüentes sejam repletos de alegrias, felicidades, realizações, prazeres, sucesso, desejos, conquistas, vitórias, triunfos e não só de “dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender...”

“Toda a ciência do mundo não pode produzir um único gesto de amor”. Metz

Acreditem que com Deus conseguiremos.

domingo, 12 de dezembro de 2010

O que planto, eu colho!

Não há obstáculo que cause dano maior às empresas do aquele funcionário tido com cobra, que não perde a oportunidade de destilar o seu veneno em prol de seus objetivos, passando por cima de quem quer que seja, vivendo em uma falsidade demasiada com todos à sua volta.

Esse peçonhento, que muitas vezes ocupa um cargo de confiança, ou até mesmo de liderança, usa desse “poder” que lhe foi conferido, para fazer com que o mundo gire ao seu redor e que as pessoas passem a ser, para ele, nada mais que objetos. Mesmo que seja preciso ludibriar todos a sua volta com informações distorcidas, inverdadeiras e infundamentadas.

Para se ter uma idéia, os valores mínimos necessários para a construção de uma carreira profissional sólida e constante como ética, moral, verdade, etc, não estão presentes em seu caráter. Somente há um cardápio de possibilidades para buscar a destruição da imagem de qualquer pessoa que venha a causar qualquer tipo de ameaça ao seu limitado e medíocre mundo.

Muitas dessas criaturas são reconhecidas pelo largo e forçado sorriso em seus lábios, sua extrema dedicação em saber da vida dos outros e em aproveitar os momentos de ausência de fulano e depor contra sua índole, sem que o assunto principal da conversa (leia-se fofoca) esteja presente para se defender.

Como ouvi uma vez, “conhece-se Pedro quando Pedro fala de João”. Porém, existem duas vertentes quando ouvimos coisas pelos corredores de nossa vida. Temos nossos amigos, que sempre nos alertam sobre essas cobras criadas que estão espalhadas por aí, e temos os próprios lobos disfarçados em pele de cordeiro, semeando a discórdia por onde quer que vá, independente de quem seja o alvo de seu veneno: colega, amigo, chefe, irmão ou marido.

Não está tão escondido que nunca possa ser descoberto. Pode-se passar um ano, dois, chegar a três ou quatro anos, que mais cedo ou mais tarde, tudo o que fizemos volta para nós. Sempre digo que o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória, e não adianta reclamarmos se a justiça dos homens é falha, pois para quem acredita em Deus, sabe-se que a Divina pode ser tardia, mas nunca é falha.

Quando tivermos melhor a capacidade de distinguir e procurar extinguir de nossa vida essas criaturas rastejantes, conseguiremos uma qualidade de vida melhor, melhores dias, maiores vitórias e crescimento mútuo de todos que estão ao nosso redor.

Prefiro a tranqüilidade de sempre buscar fazer o bem não importando a quem, do que quando chegar em casa, ir para a cama, colocar a cabeça no travesseiro, refletir e ter aquela conversa com a consciência, deparar com mentiras, falsidades e maldades feitas no decorrer do dia aos meus próximos, sabendo que devemos amar o próximo como a nós mesmos.

Usando o famoso jargão de Boris Casoy: “É uma vergonha!”. É uma vergonha como essas pessoas conseguem dormir e ter uma consciência tranqüila, mesmo sabendo que vivem em um lamaçal de mentiras e sua vida é fundamentada em falsidade.

Sabemos que há perdão para tudo, sobre os nossos erros e pecados, teremos de Deus, o perdão. Mas o grande mal dos erros e pecados, são as conseqüências que levaremos para o resto de nossa vida. Pensem nisso, reflitam sobre o Natal e tudo o que Jesus passou por cada um de nós...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A Fábula dos Porcos Assados

(copiado da internet)

Certa vez, aconteceu um incêndio num bosque. Os porcos que ali viviam foram assados pelo fogo e suas peles duras pururucaram, tornando-se apetitosamente crocantes. Os homens daquela região, habituados a comer carne crua, degustaram os porcos transformados em torresmos e acharam delicioso o sabor e o aroma da carne assada. A partir dessa revolucionária experiência gastronômica, toda vez que desejavam comer porco assado e torresmo incendiavam todo um bosque inteiro.
Os homens daquela região montaram um aparato técnico, científico e administrativo monumental para o assamento de porcos. Este aparato foi crescendo assustadoramente passando a envolver milhões de pessoas.
Foram desenvolvidas máquinas e equipamentos sofisticados para executar tarefas de diversos tipos; funcionários foram especialmente treinados para acender fogo e incendiar bosques e alocados em núcleos regionais para trabalhar em períodos diurnos e noturnos. Surgiram, ainda, especialistas em ventos, em chuvas, em árvores, em bosques, em pururuca e torresmo e, enfim, especialistas de todos os tipos possíveis e imagináveis. Os cargos foram surgindo sem parar: o de diretor geral de assamento, o de diretor de técnicas ígneas com seu Conselho de Assessores, o de administrador geral de reflorestamento, o de diretor disso e daquilo, além de centenas de cargos de chefia e sub-chefia. Foram criados departamentos para o treinamento profissional em Porcologia, institutos superiores de cultura e técnicas alimentícias e diversos centros responsáveis pelas reformas de caráter igneooperativo. Foi formulado um Plano Nacional para a Formação de Bosques, Planabo, cuja meta plurianual seria implantar bosques de acordo com as técnicas mais modernas de reflorestamento. Foram trazidos do exterior cientistas para o estudo e seleção das melhores variedades de árvores e sementes, para o estudo de fenômenos pluviométricos, para o estudo do fogo e de matrizes de porcos e para desenvolver pesquisas sobre o extraordinário fenômeno da pururucagem. Poderíamos ficar dezenas de anos seguidos descrevendo o faraônico aparato instituído para coordenar, implementar, controlar e manter todo o gigantesco processo.
Apesar da enorme soma de recursos públicos investidos no funcionamento deste gigantesco aparato, no processo de assamento os animais ficavam, ou parcialmente crus, ou demasiadamente tostados, desagradando milhões de paladares cada vez mais refinados.
As queixas eram justificadas: os impostos pagos para custear o aparato eram escorchantes, a poluição causada pelos incêndios e a qualidade da carne assada, devido, supostamente, à ampliação da escala de produção, cada vez piores. Foram aumentando os protestos na imprensa, crescendo as insatisfações na opinião pública, os políticos aproveitando para fazer promessas de campanha e as mobilizações da comunidade tornando consensual a necessidade urgente de reforma no modelo de assamento de porcos.
Congressos, seminários e conferências passaram a ser realizados na busca de uma solução para o problema. Apesar do extraordinário esforço empreendido por milhares de especialistas em assamento de porcos, inclusive com títulos de doutor obtidos no exterior, os resultados alcançados eram desanimadores. Repetiam-se, assim, os congressos, seminários e conferências. Os especialistas continuaram insistindo que as causas do mau funcionamento do sistema eram a indisciplina dos porcos, que não permaneciam onde deveriam ficar no momento do incêndio do bosque; a natureza indomável do fogo e dos ventos; e, ainda, a má seleção das variedades de árvores, muitas delas inadequadas para o assamento, a excessiva umidade da terra e o insatisfatório serviço de meteorologia que não fornecia informações exatas sobre o lugar, a hora e a quantidade da precipitação de chuvas. Os especialistas formaram correntes de pensamento e desenvolveram doutrinas que geraram disputas acirradas nas Universidades. Milhares de obras de cunho científico foram publicadas, lançadas revistas com prestígio internacional, criados cursos de pós-graduação para formar cientistas além de institutos para desenvolver pesquisas sobre porcos e assamento de porcos.

Até que, certo dia, João Bom-Senso, um incendiador categoria C, nível 4, classe INC, percebeu que o problema era de fácil solução. Bastava, primeiramente, matar, limpar e cortar o porco escolhido e, depois, colocar a carne numa armação metálica sobre carvão em brasa, até que, sob o efeito do calor, a carne ficasse assada. A grande vantagem desse método era a possibilidade de cada um temperar a carne de acordo com o seu paladar e assá-la em sua própria casa reunindo os amigos para beber, conversar, solidificar laços de cunho político, religioso, profissional e/ou apenas afetivo.
Tendo sido informado sobre as idéias subversivas deste perigoso funcionário, o diretor geral de assamento mandou chamá-lo ao seu gabinete e, depois de ouvi-lo pacientemente, disse-lhe em tom incisivo:
— Tudo o que o senhor me explicou é teoricamente muito bonito, diria até maravilhoso, mas jamais funcionaria na prática. O que o senhor faria, por exemplo, com os anemotécnicos, caso viéssemos a aplicar a sua bem intencionada idéia? Onde seriam empregados os pesquisadores que produzem todo o conhecimento necessário para aperfeiçoar as técnicas de incêndio e de reflorestamento?
— Não sei, disse João.
— E os especialistas em sementes? Em árvores importadas? E os desenhistas de instalações para porcos e os operadores de máquinas para destrinchar carne assada?
— Não sei.
— E os cientistas que ficaram anos seguidos especializando-se no exterior e cuja formação custou tantos recursos ao país? E os pesquisadores que têm trabalhado na elaboração do Programa de Reforma e Melhoramento do Sistema de Assamento de Porcos? O quê faço com eles se a solução que o senhor me traz resolver tudo?
— Não sei, repetiu João, encabulado.
— O senhor percebe que a sua “maravilhosa” idéia pode desencadear uma crise de proporções catastróficas no país? O senhor não vê que se tudo fosse tão simples, nossos especialistas já teriam encontrado a solução há muito, muito, tempo atrás? O senhor, com certeza, compreende que eu não posso simplesmente convocar os milhares de técnicos, engenheiros e pesquisadores com PhD e dizer-lhes que tudo se resume a utilizar brasinhas, sem chamas, para assar porcos, e bye-bye para todos vocês! O que o senhor espera que eu faça com os quilômetros e quilômetros quadrados de bosques já preparados, cujas árvores não dão frutos e nem têm folhas para dar sombra e abrigo aos pássaros?
— Não sei, não, senhor.
— O senhor não reconhece que nosso Instituto de Porcopirotecnia é constituído por personalidades científicas do mais extraordinário gabarito?
— Sim, eu acredito que sim.
— O que eu faria com figuras de tão grande importância para o país?
— Não sei.
— Viu? O senhor não sabe de nada! O que precisamos são soluções viáveis para problemas práticos específicos. Por exemplo, como melhorar as anemotécnicas atualmente utilizadas, como formar rapidamente profissionais para preencher as vagas existentes na região Oeste do país ou como construir instalações para porcos com mais de sete andares que sejam funcionais. Temos que caminhar muito ainda para aperfeiçoar o sistema, o senhor me entende? O que precisamos, acima de tudo, é de sensatez e não de belas intenções!
— Realmente, eu estou perplexo!, respondeu João.
— Bem, agora que o senhor conhece as dimensões do problema, não saia espalhando por aí a sua insensata idéia. Pode ser muito perigoso. O problema é bem mais sério e complexo do que o senhor jamais poderia imaginar. Agora, entre nós, recomendo que não insista nessa sua idéia boba pois isso poderia trazer problemas para o senhor no seu cargo. Não por mim, o senhor entende. Eu falo isso para o seu próprio bem, porque o compreendo, entendo perfeitamente o seu posicionamento, mas o senhor sabe que pode encontrar outro superior menos compreensivo, não é mesmo?.

João Bom-Senso não falou mais um a. Meio atordoado, meio assustado, envergonhado por ter transmitido a sua estúpida idéia ao diretor geral, saiu de fininho e ninguém nunca mais o viu. Os boatos se espalharam e tornou-se hábito dizer em reuniões de Reforma do Sistema, em tom de chacota, de forma cínica até, que falta Bom-Senso.

sábado, 30 de outubro de 2010

Socialismo,bem explicado!

Muitas vezes temos que experimentar e vivenciar para entendermos como funciona.

É melhor aprender com o erros das outras pessoas do que com os nossos próprios erros.

O texto abaixo, recebi por email e não tem autor, mas é bom demais!

"Socialismo e muito bem explicado...

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse:

- Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe.. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas. Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam
justas. Com isso ele quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos..

Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por justiça dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.

Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para total surpresa!!! O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque foi baseado no menor esforço possível da parte de seus
Participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."