quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

2011

“Dois mil e Onze”

Certa vez, perguntaram a Confúcio: "O que mais o surpreende na humanidade?" Ele respondeu:"Os homens. Perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver no presente nem no futuro....." - "Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido."

Mais uma vez cantamos felizes (possivelmente mais “simpático” que o normal) aquele música de final de ano: “Adeus ano velho, feliz ano novo, que tudo se realize, no ano que vai nascer, muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender...”

Um hino que está impregnado em nossas mente, mas, acredito, nunca refletimos acerca de nossos pedidos. Duas coisas básicas, “dinheiro no bolso” e “saúde pra dar e vender”. E totalmente opostas, segundo Confúcio.

Vamos por partes: saúde – o que mantêm a nossa máquina, nosso corpo, em um ótimo estado de conservação. É muito difícil termos esta saúde, a que se refere nosso hino, vivendo muitas vezes estresse, correria de trabalho, má alimentação, sedentarismo e outros inúmeros males que no decorrer do ano nem nos lembramos deles.

Dinheiro – nosso querido “din-din” – continuam fazendo a mesma coisa, e querem resultados diferentes. Não mudam e querem que apareça mudança em sua vida. 2011 será igual a 2010, se tivermos a mesma postura e mesma conduta.

Acredito muito no ano de 2011 como o ano da virada. No quais muitas surpresas “agradáveis” acontecerão. Porém, essas surpresas estão em nossas mãos. Aliás, se todos buscarmos fazer o bem, ajudando o maior número de pessoas a realizarem seus sonhos, certamente teremos um Brasil melhor, dos nossos sonhos.

Cultivemos o espírito fraternal, para que assim criemos uma perspectiva de melhora. Sabemos que está em nossas mãos a mudança para melhorar esse país, nosso Estado e nossa cidade. Temos que fazer a nossa parte. Salvar a nossa estrela do mar.

A grande maioria não acredita que possamos obter o tão sonhado sucesso e suas realizações. Crêem que tudo é impossível. Albert Einstein já dizia que: “Uma coisa só é impossível, até que alguém duvide e acabe provando o contrário”.

Primeiramente teremos que nos tratar com mais amor. Semear mais esse sentimento tão escasso no mercado, nas pessoas e nos lugares. Tudo pode estar difícil, como muitos afirmam, mesmo que esteja se tiver amor, pelo menos fica mais gostoso viver.

Vamos colocar mais coração, mais vontade, mais garra, mais determinação, mais desejo, resumindo, mais prazer em tudo que fazermos. Podemos (e devemos!) mudar o rumo e a direção que esse Brasil caminha. Sabemos que não podemos esperar de nossos governantes. Devemos fazer uma revolução “bidê”, na qual virá de baixo para cima.

Temos esse poder, essa força. Só que, por enquanto, poucos usam, ou acreditam que as tenham. Creio ser por falta de fé, no poder que está em nossas (suas!) mãos. Mas devemos e temos que mudar isso. Crendo que somos capazes. A Bíblia que “Deus não escolhe os capacitados e sim capacita os escolhidos...” e todos nós somos escolhidos. Mas temos que fazer a nossa parte.

Então!?!? Vamos arregaçar nossas mangas e começar diferente esse ano novo? Ou Apenas lembrar que na virada cantamos, fizemos planos, nos iludimos e começarmos na mesmice?

Do nosso futuro, quem dá conta somos nós. Mais ninguém. Podemos correr e “avançar no mundo”, ou, podemos, continuar na mesma vidinha de 2010, 2009, 2008... Vamos fazer com que 2011 e todos os anos subseqüentes sejam repletos de alegrias, felicidades, realizações, prazeres, sucesso, desejos, conquistas, vitórias, triunfos e não só de “dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender...”

“Toda a ciência do mundo não pode produzir um único gesto de amor”. Metz

Acreditem que com Deus conseguiremos.

domingo, 12 de dezembro de 2010

O que planto, eu colho!

Não há obstáculo que cause dano maior às empresas do aquele funcionário tido com cobra, que não perde a oportunidade de destilar o seu veneno em prol de seus objetivos, passando por cima de quem quer que seja, vivendo em uma falsidade demasiada com todos à sua volta.

Esse peçonhento, que muitas vezes ocupa um cargo de confiança, ou até mesmo de liderança, usa desse “poder” que lhe foi conferido, para fazer com que o mundo gire ao seu redor e que as pessoas passem a ser, para ele, nada mais que objetos. Mesmo que seja preciso ludibriar todos a sua volta com informações distorcidas, inverdadeiras e infundamentadas.

Para se ter uma idéia, os valores mínimos necessários para a construção de uma carreira profissional sólida e constante como ética, moral, verdade, etc, não estão presentes em seu caráter. Somente há um cardápio de possibilidades para buscar a destruição da imagem de qualquer pessoa que venha a causar qualquer tipo de ameaça ao seu limitado e medíocre mundo.

Muitas dessas criaturas são reconhecidas pelo largo e forçado sorriso em seus lábios, sua extrema dedicação em saber da vida dos outros e em aproveitar os momentos de ausência de fulano e depor contra sua índole, sem que o assunto principal da conversa (leia-se fofoca) esteja presente para se defender.

Como ouvi uma vez, “conhece-se Pedro quando Pedro fala de João”. Porém, existem duas vertentes quando ouvimos coisas pelos corredores de nossa vida. Temos nossos amigos, que sempre nos alertam sobre essas cobras criadas que estão espalhadas por aí, e temos os próprios lobos disfarçados em pele de cordeiro, semeando a discórdia por onde quer que vá, independente de quem seja o alvo de seu veneno: colega, amigo, chefe, irmão ou marido.

Não está tão escondido que nunca possa ser descoberto. Pode-se passar um ano, dois, chegar a três ou quatro anos, que mais cedo ou mais tarde, tudo o que fizemos volta para nós. Sempre digo que o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória, e não adianta reclamarmos se a justiça dos homens é falha, pois para quem acredita em Deus, sabe-se que a Divina pode ser tardia, mas nunca é falha.

Quando tivermos melhor a capacidade de distinguir e procurar extinguir de nossa vida essas criaturas rastejantes, conseguiremos uma qualidade de vida melhor, melhores dias, maiores vitórias e crescimento mútuo de todos que estão ao nosso redor.

Prefiro a tranqüilidade de sempre buscar fazer o bem não importando a quem, do que quando chegar em casa, ir para a cama, colocar a cabeça no travesseiro, refletir e ter aquela conversa com a consciência, deparar com mentiras, falsidades e maldades feitas no decorrer do dia aos meus próximos, sabendo que devemos amar o próximo como a nós mesmos.

Usando o famoso jargão de Boris Casoy: “É uma vergonha!”. É uma vergonha como essas pessoas conseguem dormir e ter uma consciência tranqüila, mesmo sabendo que vivem em um lamaçal de mentiras e sua vida é fundamentada em falsidade.

Sabemos que há perdão para tudo, sobre os nossos erros e pecados, teremos de Deus, o perdão. Mas o grande mal dos erros e pecados, são as conseqüências que levaremos para o resto de nossa vida. Pensem nisso, reflitam sobre o Natal e tudo o que Jesus passou por cada um de nós...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A Fábula dos Porcos Assados

(copiado da internet)

Certa vez, aconteceu um incêndio num bosque. Os porcos que ali viviam foram assados pelo fogo e suas peles duras pururucaram, tornando-se apetitosamente crocantes. Os homens daquela região, habituados a comer carne crua, degustaram os porcos transformados em torresmos e acharam delicioso o sabor e o aroma da carne assada. A partir dessa revolucionária experiência gastronômica, toda vez que desejavam comer porco assado e torresmo incendiavam todo um bosque inteiro.
Os homens daquela região montaram um aparato técnico, científico e administrativo monumental para o assamento de porcos. Este aparato foi crescendo assustadoramente passando a envolver milhões de pessoas.
Foram desenvolvidas máquinas e equipamentos sofisticados para executar tarefas de diversos tipos; funcionários foram especialmente treinados para acender fogo e incendiar bosques e alocados em núcleos regionais para trabalhar em períodos diurnos e noturnos. Surgiram, ainda, especialistas em ventos, em chuvas, em árvores, em bosques, em pururuca e torresmo e, enfim, especialistas de todos os tipos possíveis e imagináveis. Os cargos foram surgindo sem parar: o de diretor geral de assamento, o de diretor de técnicas ígneas com seu Conselho de Assessores, o de administrador geral de reflorestamento, o de diretor disso e daquilo, além de centenas de cargos de chefia e sub-chefia. Foram criados departamentos para o treinamento profissional em Porcologia, institutos superiores de cultura e técnicas alimentícias e diversos centros responsáveis pelas reformas de caráter igneooperativo. Foi formulado um Plano Nacional para a Formação de Bosques, Planabo, cuja meta plurianual seria implantar bosques de acordo com as técnicas mais modernas de reflorestamento. Foram trazidos do exterior cientistas para o estudo e seleção das melhores variedades de árvores e sementes, para o estudo de fenômenos pluviométricos, para o estudo do fogo e de matrizes de porcos e para desenvolver pesquisas sobre o extraordinário fenômeno da pururucagem. Poderíamos ficar dezenas de anos seguidos descrevendo o faraônico aparato instituído para coordenar, implementar, controlar e manter todo o gigantesco processo.
Apesar da enorme soma de recursos públicos investidos no funcionamento deste gigantesco aparato, no processo de assamento os animais ficavam, ou parcialmente crus, ou demasiadamente tostados, desagradando milhões de paladares cada vez mais refinados.
As queixas eram justificadas: os impostos pagos para custear o aparato eram escorchantes, a poluição causada pelos incêndios e a qualidade da carne assada, devido, supostamente, à ampliação da escala de produção, cada vez piores. Foram aumentando os protestos na imprensa, crescendo as insatisfações na opinião pública, os políticos aproveitando para fazer promessas de campanha e as mobilizações da comunidade tornando consensual a necessidade urgente de reforma no modelo de assamento de porcos.
Congressos, seminários e conferências passaram a ser realizados na busca de uma solução para o problema. Apesar do extraordinário esforço empreendido por milhares de especialistas em assamento de porcos, inclusive com títulos de doutor obtidos no exterior, os resultados alcançados eram desanimadores. Repetiam-se, assim, os congressos, seminários e conferências. Os especialistas continuaram insistindo que as causas do mau funcionamento do sistema eram a indisciplina dos porcos, que não permaneciam onde deveriam ficar no momento do incêndio do bosque; a natureza indomável do fogo e dos ventos; e, ainda, a má seleção das variedades de árvores, muitas delas inadequadas para o assamento, a excessiva umidade da terra e o insatisfatório serviço de meteorologia que não fornecia informações exatas sobre o lugar, a hora e a quantidade da precipitação de chuvas. Os especialistas formaram correntes de pensamento e desenvolveram doutrinas que geraram disputas acirradas nas Universidades. Milhares de obras de cunho científico foram publicadas, lançadas revistas com prestígio internacional, criados cursos de pós-graduação para formar cientistas além de institutos para desenvolver pesquisas sobre porcos e assamento de porcos.

Até que, certo dia, João Bom-Senso, um incendiador categoria C, nível 4, classe INC, percebeu que o problema era de fácil solução. Bastava, primeiramente, matar, limpar e cortar o porco escolhido e, depois, colocar a carne numa armação metálica sobre carvão em brasa, até que, sob o efeito do calor, a carne ficasse assada. A grande vantagem desse método era a possibilidade de cada um temperar a carne de acordo com o seu paladar e assá-la em sua própria casa reunindo os amigos para beber, conversar, solidificar laços de cunho político, religioso, profissional e/ou apenas afetivo.
Tendo sido informado sobre as idéias subversivas deste perigoso funcionário, o diretor geral de assamento mandou chamá-lo ao seu gabinete e, depois de ouvi-lo pacientemente, disse-lhe em tom incisivo:
— Tudo o que o senhor me explicou é teoricamente muito bonito, diria até maravilhoso, mas jamais funcionaria na prática. O que o senhor faria, por exemplo, com os anemotécnicos, caso viéssemos a aplicar a sua bem intencionada idéia? Onde seriam empregados os pesquisadores que produzem todo o conhecimento necessário para aperfeiçoar as técnicas de incêndio e de reflorestamento?
— Não sei, disse João.
— E os especialistas em sementes? Em árvores importadas? E os desenhistas de instalações para porcos e os operadores de máquinas para destrinchar carne assada?
— Não sei.
— E os cientistas que ficaram anos seguidos especializando-se no exterior e cuja formação custou tantos recursos ao país? E os pesquisadores que têm trabalhado na elaboração do Programa de Reforma e Melhoramento do Sistema de Assamento de Porcos? O quê faço com eles se a solução que o senhor me traz resolver tudo?
— Não sei, repetiu João, encabulado.
— O senhor percebe que a sua “maravilhosa” idéia pode desencadear uma crise de proporções catastróficas no país? O senhor não vê que se tudo fosse tão simples, nossos especialistas já teriam encontrado a solução há muito, muito, tempo atrás? O senhor, com certeza, compreende que eu não posso simplesmente convocar os milhares de técnicos, engenheiros e pesquisadores com PhD e dizer-lhes que tudo se resume a utilizar brasinhas, sem chamas, para assar porcos, e bye-bye para todos vocês! O que o senhor espera que eu faça com os quilômetros e quilômetros quadrados de bosques já preparados, cujas árvores não dão frutos e nem têm folhas para dar sombra e abrigo aos pássaros?
— Não sei, não, senhor.
— O senhor não reconhece que nosso Instituto de Porcopirotecnia é constituído por personalidades científicas do mais extraordinário gabarito?
— Sim, eu acredito que sim.
— O que eu faria com figuras de tão grande importância para o país?
— Não sei.
— Viu? O senhor não sabe de nada! O que precisamos são soluções viáveis para problemas práticos específicos. Por exemplo, como melhorar as anemotécnicas atualmente utilizadas, como formar rapidamente profissionais para preencher as vagas existentes na região Oeste do país ou como construir instalações para porcos com mais de sete andares que sejam funcionais. Temos que caminhar muito ainda para aperfeiçoar o sistema, o senhor me entende? O que precisamos, acima de tudo, é de sensatez e não de belas intenções!
— Realmente, eu estou perplexo!, respondeu João.
— Bem, agora que o senhor conhece as dimensões do problema, não saia espalhando por aí a sua insensata idéia. Pode ser muito perigoso. O problema é bem mais sério e complexo do que o senhor jamais poderia imaginar. Agora, entre nós, recomendo que não insista nessa sua idéia boba pois isso poderia trazer problemas para o senhor no seu cargo. Não por mim, o senhor entende. Eu falo isso para o seu próprio bem, porque o compreendo, entendo perfeitamente o seu posicionamento, mas o senhor sabe que pode encontrar outro superior menos compreensivo, não é mesmo?.

João Bom-Senso não falou mais um a. Meio atordoado, meio assustado, envergonhado por ter transmitido a sua estúpida idéia ao diretor geral, saiu de fininho e ninguém nunca mais o viu. Os boatos se espalharam e tornou-se hábito dizer em reuniões de Reforma do Sistema, em tom de chacota, de forma cínica até, que falta Bom-Senso.

sábado, 30 de outubro de 2010

Socialismo,bem explicado!

Muitas vezes temos que experimentar e vivenciar para entendermos como funciona.

É melhor aprender com o erros das outras pessoas do que com os nossos próprios erros.

O texto abaixo, recebi por email e não tem autor, mas é bom demais!

"Socialismo e muito bem explicado...

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse:

- Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe.. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas. Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam
justas. Com isso ele quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos..

Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por justiça dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.

Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para total surpresa!!! O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque foi baseado no menor esforço possível da parte de seus
Participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Paciência

Recebi esse e-mail hoje e não poderia deixar de compartilhar com todos.


No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.
Ela disse:

Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:

- Hora de irmos, agora?

Mas, outra vez Melissa pediu:

- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:

- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar...

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.

Quais são as suas?

Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!

Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo. Eu parei 5 minutos para encaminhar esta mensagem a você

E você, pode perder 5 minutos para passá-la adiante?

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Como surgem os paradigmas...

“Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

Sempre acontece de depararmos com situações na qual não sabemos a causa, mas nos encontramos dentro da conseqüência. Muitas vezes não nos questionamos os inúmeros “por quês” que sempre nos rodeiam. Varias são as ocasiões em que o que mais ouvimos é: “Sou pago para fazer só isso!”, “O meu trabalho acaba aqui”, “Isso não é de minha responsabilidade”, “Meu horário é as 18...” Essas afirmações são exemplos banais de pequenos paradigmas com que todos nós convivemos.

Reflitamos então: se continuarmos pensando dessa forma, onde chegaremos???? Esquecemos que fazemos parte de todo um contexto da empresa, que não somos apenas coadjuvantes e sim peças fundamentais no crescimento da mesma. É de nossas mãos que saem os maiores resultados. E, consequentemente, se a empresa crescer, cresceremos juntos com ela.

Muitas vezes a audácia de questionarmos e procurarmos as razões pelas quais tudo acontece pode ser um grande diferencial e até mesmo um passo essencial para o sucesso. Quando almejamos algo e temos um objetivo, em qualquer área de nossa vida, o que primeiramente temos que fazer é quebrar os paradigmas e mudar para que as coisas não continuem sempre da mesma forma, porém temos que mudar para que sejam melhores, todos os dias, em cada novo questionamento e em cada paradigma quebrado. Não é fácil mudar rotinas, alterar hábitos, rever conceitos e deletar preconceitos. Mas tudo acontece a partir do momento que tomamos a decisão de começar a fazer aquilo que queremos e gostamos.

"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito". Albert Einstein

Até a próxima semana. Estejam com Deus !

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Os Três Leões

               “Numa determinada floresta havia três leões. 
               Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse: - Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei, mas há uma dúvida no ar: Existem três leões fortes. Ora, a qual deles devemos prestar nossa homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei? 
Os três leões souberam da reunião e comentaram entre si: - É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter três reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir? 
Essa era a grande questão: Lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. 
O impasse estava formado. De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de muito discutirem tiveram uma idéia excelente. O macaco se encontrou com os três felinos e contou o que haviam decidido: 
               - Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil. 
               - Montanha Difícil? Como assim? 
               - É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês três deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis. 
               A Montanha Difícil era a mais alta da região. 
               O desafio foi aceito. 
               No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha Difícil para assistir a grande escalada.
               O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado. 
               O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado. 
               O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado. 
               Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os três foram derrotados? 
Foi nesse momento que uma águia, idosa e sábia, pediu a palavra: - Eu sei quem deve ser o rei. 
Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa. 
               - Mas como a senhora sabe? Todos gritaram para a Águia. 
               - É simples, continuou a sábia águia, eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha. 
               O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu! 
               O segundo leão disse: - Montanha, você me venceu! 
               O terceiro leão também disse que foi vencido, mas, com uma diferença. Ele olhou para sua dificuldade e disse:
               - Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final e eu ainda estou crescendo. 
               - A diferença, completou a águia, é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: é rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos outros.
Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis. 
Nas derrotas diga:

- Fui vencido, por enquanto!

No dia a dia nos encontramos freqüentemente com “montanhas difíceis” e em algumas, não conseguimos alcançar o topo e somos dados como vencido. Devemos criar uma consciência de que mesmo vencido, estamos sempre em processo de crescimento muitas vezes mais rápido do que a situação propriamente dita.

Levarmos uma vida onde a nossa atitude já é vitoriosa faz com que os nossos problemas se tornem menores do que realmente são. Tomando uma dimensão na qual sua resolução fique mais tranqüila.

"O Otimista vê uma oportunidade em cada desastre, o pessimista vê um desastre em cada oportunidade”

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ela está certa ou errada?!?!?!

Li essa semana um artigo que me deixou intrigado. Judith Mair, uma publicitária alemã está disseminando uma proposta que vem de encontro com todos os grandes gurus de RH. Em seu livro Chega de Oba-Oba, ela quer banir a apologia do riso, do bom humor e de diversões no ambiente de trabalho.
Rigor, disciplina e nada de prazer no trabalho são as bases dessa escritora. Mair acredita que com os seus funcionários dedicando suas horas de trabalho unicamente ao trabalho, teriam mais tempo depois do expediente, evitando assim a conhecida jornada flexível ou até mesmo horas extras. Assim melhoraria a qualidade de vida de seus funcionários, fazendo sua empresa prosperar.
São revolucionárias as diretrizes de nossa amiga alemã. Mas se analisarmos friamente e nos questionarmos: será que ela tem razão? Será que ser refletirmos sobre alguma de suas regras, não daremos razão à “Guardiã da banalidade” (?).
Ela prega em sua agência que “Somos colegas de trabalho, e não amigos. Por isso, e-mails e conversas pessoais não devem tomar mais de cinco minutos”. Tenho questionando muito os relacionamentos dentro das empresas. Acredito que o excesso de liberdade, ou até mesmo um grau elevado de amizade entre empresários e colaboradores cria um clima em que as vidas profissionais e pessoais praticamente se fundem. Será que com este relacionamento tão “íntimo” quando precisarmos cobrar alguma meta ou postura, todos os envolvidos terão maturidade para separar os dois lados????
Outra máxima é a seguinte: “A vida particular de cada um, não nos interessa. Da mesma forma, desaconselham-se conversas sobre o trabalho fora do escritório”. Será que é realmente saudável sairmos de nosso ambiente de trabalho e irmos para o nosso “happy hour” e ainda continuarmos falando de trabalho? Ou, como alguns gurus afirmam: que são em ambientes de descontração que muitas vezes boas idéias e soluções aparecem. Quem tem razão????
“Ninguém aqui precisa ser agradável. O mau humor é tolerado, desde que não interfira no desempenho”. O mau humor de um colaborador pode ser tolerável quando esse não prejudicar o andamento do trabalho? Trabalhar com pessoas bem humoradas faz com que nosso rendimento aumente, ou que gastemos mais tempo com conversas ou algo do tipo?
Se criarmos um vínculo afetivo e pessoal com a empresa, isso pode trazer bons ou maus resultados? Como será quando tivermos que demitir um funcionário que transformou a empresa em parte de sua identidade pessoal?
Outro ponto que Judith pega pesado é quanto ao trabalho em equipe. Ela acredita que “o espírito de equipe leva os funcionários a pensar que outra pessoa fará o trabalho no lugar deles”. Sabemos bem que um grupo bem articulado agiliza e muito os processos de uma empresa e não deixa espaço para que ninguém se livre de suas funções. Mas todos sabemos que a criatividade é algo solitário e que quando temos rotinas de trabalho muito bem controladas por funcionários individualmente, dificilmente é necessário distribuir os afazeres em uma equipe. Mais uma polêmica!
E pra encerrarmos, segundo ela, em síntese, “Os chefes mandam, e ponto final”. Sem essa de líderes coercitivos que distribuem ordens como se estivesse jogando cartas de baralho e exigem obediência imediata. Entretanto conseguem instaurar um clima negativo adotando uma postura totalmente ríspida. Sabe-se que é muito difícil obter espaço para uma postura coercitiva na prática. Enfim, para resumirmos, Judith Mair idealiza: “Na nossa agência, a motivação dos empregados é saber que, depois do expediente, eles estarão livres para aproveitar a própria vida sem se preocupar com o trabalho”. E ai??? O que acham????

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O SPRINT FINAL

O SPRINT FINAL de Kika Coutinho

Todo corredor já viveu a experiência. Quem não é corredor viveu também, mas, talvez, desconheça o nome. Explico: se você decidir correr uma maratona, meia maratona ou 5kms, quando chegar no final, você sentirá que está esgotado. De alguma forma, enquanto seu corpo e suas pernas imploram pra parar, você saberá que falta 1, apenas 1km. É nessa hora, é justamente quando você acha que pode passar mal, morrer e ser atropelado pelos outros corredores, que você enxerga - talvez ainda um pouco longe - a linha de chegada. Aí, contrariando todos os órgãos do seu corpo, ao invés de parar, você faz o inesperado e corre mais.
Acelera os seus passos movido por uma energia até então desconhecida, encanta seus pés e sobre eles atinge o seu recorde de velocidade.Eu nunca entendi bem essa força. Nunca acreditei nela, mesmo sabendo-a real. Eu sempre duvido que ela me seja presenteada, mas, contrariando todas as expectativas, ao ver a linha de chegada, normalmente uma faixa amarela no alto, essa força inédita me invade e então, movida por ela, dou o meu sprint final. As últimas passadas são as mais demoradas e as mais velozes.
E assim o é para todo mundo, inclusive os não-corredores. Pode ser os seus últimos dias em um trabalho que odiava. Não agüentava mais, estava insuportável, os dias eram infinitos em sua chatice cinzenta, mas, avistando o fim ali, a meio período de um aviso prévio, você pode encontrar um gás desconhecido e dar seu sprint final. É difícil, talvez o momento mais difícil do percurso, mas é quando avistamos o fim de um tormento que ele deixa de ser um tormento. É antes, é naquela linha tênue que divide o fim da dificuldade do começo do desejo, que mora a tal felicidade. Não é no desejo completo. Não é na plenitude do descanso, horas depois da corrida. É na doce visão de que o descanso está pra chegar. É naquele pequeno instante em que ele chega, você respira e dá uma golada de gatorade. É ali, nessa fração de tempo, que habita com mais intensidade a nossa alegria de uma conquista.O seu gatorade pode ser uma reforma que está pra terminar, e quando ela tornar-se um transtorno maior do que você poderia supor, é justamente aí que você verá que não falta tanto assim e, afinal, ainda tem um gás. Ele é o seu sprint final.
O “não agüento mais” é uma farsa. VOCÊ AGUENTA!!!. Talvez nem devesse, talvez devesse entregar-se à exaustão e permitir-se parar antes do fim. Talvez. Há os que são contra o sprint final. Dizem que, se você não agüenta mais, deve terminar a corrida andando, ainda que a passos lentos. Mas isso será ainda mais doloroso e longo, acreditem. Outros vão mais longe e pregam a desistência. Encerre a corrida, o importante é participar, saia pelo canteiro à esquerda, encoste-se a uma árvore e relaxe, você deu tudo o que podia. Deu mesmo? E o sprint final? Cadê?Pois eu, ainda com dor nas pernas, digo que caprichem no seu sprint final. É ele que te leva mais longe do que você pensava agüentar. É ele quem te mostra que você é, afinal, mais ainda do que pensa que é. Ele te dá um toque de HERÓI, de MÁGICO, de SUPERPODER. Sim, você tem SUPERPODERES. Brinde-os com gatorade no final.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Fila Anda...

Somos muitas vezes colocados em situações que ficamos receosos e acuados, de forma na qual o medo nos arrasa e nos coloca em xeque. Sabemos que muitas dessas situações são provocadas por nós mesmo, mas existem outras que estão fora de nosso alcance.
Vivo hoje um momento mágico em minha vida. Quando ouvi pela primeira vez que “a fila anda...” fiquei sem entender a complexidade de frase, mas hoje compreendo que mais cedo ou mais tarde, o final ou a vez é passada. Como numa fila de banco, sua vez vai chegar. A data de vencimento, de validade ou de durabilidade no que você está vivendo ou passando, em certo dia, chega ao fim e a fila anda.
E com isso, vamos buscando novos desafios, novas perspectivas e novos horizontes. E por mais que não acreditamos, isso é certo, temos que buscar a constante evolução de nós mesmos. Sabemos que o que Deus quer para nós é sempre o melhor.
Incrível e analogicamente falando, a paz e a tranqüilidade são as duas coisas que fundamentam os valores e tudo que embasa aquilo que queremos e vamos mplementar.
Sabemos que estamos condicionados às condições, mas temos que condicionar também ao nosso bem próprio e a nossa felicidade própria.
Resmungar, lamentar, chorar ou murmurar sobre os fatos e as perdas que temos, fará com que apenas deixemos com que possibilidades de grandes oportunidades sejam criadas em nossa vida. Temos que ter a consciência que podemos mudar o estado espiritual e o rumo da nossa vida.
Amor é a estratégia para que solidificarmos o plano pelos qual conseguiremos obter o sucesso que é tão falado e dito entre todas as pessoas. Somente amando o que fazemos, o que buscamos e tudo que nos cerca, conseguiremos fazer com que a fila ande e pare, quando chegar a nossa vez.
Raridades ainda existem e só quando estivermos abertos e com nossa percepção apurada para entendermos o que acontece em nossa volta, é que veremos e deleitaremos dessas raridades. Muitas vezes temos que desfazer os laços que nos impede de crescer, mesmo sabendo que ao desfazê-los haverá tristeza e insatisfações, porém, temos que seguir para o melhor, para o nosso objetivo.
Tudo isso que estou vivendo só me leva a crer que alguns perderam, mas acredito que muitos estão ganhando com os acontecimentos pois vejo solidificação em valores mais importantes, como amizade. Isso é fato!
Buscamos algo que muitas vezes nem sabemos o que é. Às vezes estamos em uma fila e nem sabemos para que ela serve. Se não sabemos onde queremos chegar, qualquer lugar serve. O foco no nosso objetivo é essencial para a nossa felicidade, e é ela que tem que ser conservada.
E cientes do que queremos, usaremos todas as nossas forças e faremos “das tripas, coração” para adentrar ao seleto grupo dos 5 por cento que realmente fazem a diferença e não são medíocres. Sei que não fazemos faltam, mas podemos fazer a diferença.
Intensamente qualquer acontecimento faz com que tomemos uma decisão e com ela uma atitude, e será essa atitude que abrirá as portas para a nossa excelência de vida. Nunca podemos nos esquecer que somos a pessoa mais importante, e, assim sendo, somos o número um de nossos desejos e anseios.
Realmente é muito difícil colocar em prática as teorias visionárias daqueles que estão no ápice, num momento totalmente divino. Mas a primeira coisa que temos que fazer é excluir o medo e arriscar naquilo que fundamentalmente nos faz bem, nos faz feliz e nos propicia crescimento.
“O medo é o calabouço no qual o espírito se refugia, procurando esconder-se. O medo gera a superstição e a superstição é o punhal com que a hipocrisia assassina a alma.”

terça-feira, 8 de junho de 2010

Precauções

A natureza torna tudo muito simples. Entretanto somos nós que complicamos. Mas muitas vezes deparamos com situações que não analisamos as conseqüências de nossas decisões. Refletimos somente sobre a decisão em si. Tomamos a decisão que mais nos é cômoda quando vemos um caminhão de problemas.
“É mais fácil matar do que ressuscitar!”, ouvi essa frase de um grande amigo. Muito complexa, de uma grande profundidade, uma lição. Essa frase pode ser aplicada em quaisquer circunstâncias de nossa vida.
Posso dar aos montes exemplos de como as pessoas preferem matar a ressuscitar. É mais fácil procurarmos outro trabalho e pedirmos demissão, no qual estamos insatisfeitos e desmotivados do que buscar satisfação e motivação naquilo que atualmente estamos fazendo.
É muito mais cômodo, para a namorada “meter o pé” no namorado, mesmo sabendo que ele é o grande amor da vida dela, do que tentar, de alguma forma resolver o que está estragando a relação. Ou entender o que está passando pela vida do outro, sei lá, buscar uma solução. Acredita ser mais fácil deletarem o problema do que resolvê-lo.
Quando fazemos algo que depende única e exclusivamente de nós é bem mais fácil, pois sabemos que os resultados, as conquistas, as vitórias estão nas nossas mãos. Mas quando colocamos mais alguém na parada, a vaca quase vai pro brejo!!! Costumo fazer uma analogia disso me referindo a uma corrida de bastão, onde temos quatro corredores, com um só objetivo. Entretanto se o primeiro der tudo o que tiver para ser o grande vencedor na passagem do bastão, mas o segundo não estiver muito “afim” de ganhar, de nada adianta o esforço do primeiro.
O que não podemos é mudar a nossa natureza, nossos valores, nossos princípios. Se pudermos melhorar, aperfeiçoar nossas virtudes, com certeza, será muito melhor para nós e para os que nos rodeiam. O que não podemos é deixar com que a natureza alheia mude a nossa para pior.

“Um Mestre Oriental viu um escorpião que estava afogando, decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião picou-o. Como reação à dor, o Mestre soltou-o e o animal caiu à água e de novo estava a afogar-se. O Mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião picou-o. Alguém que tinha observado tudo se aproximou do Mestre e disse: - Perdão, você é teimoso? Não entende que de cada vez que tentar tirá-lo da água ele o picará??! O Mestre respondeu: - A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar. Então, pegando um ramo, o Mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida. Não mudes a tua natureza se alguém te magoar...Apenas tome precauções! (anônimo)”

Muitas vezes, deixamos de lado, o que sempre almejamos na vida por causa do que fizeram conosco e conseguiram alterar a nossa natureza para pior. Temos que nos manter em constante crescimento, buscando cada dia mais valores que venha realmente fazer a diferença no nosso meio.


Acreditem em Deus!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Cirque du Soleil faz escola no palco e nas empresas

O Cirque Du Soleil começou a terceira turnê pelo Brasil, em Fortaleza, no último dia 11, com o espetáculo Quidam, que irá percorrer até junho do ano que vem nove cidades brasileiras. Com 50 artistas de mais de dez países, o Quidam é apenas um dos cerca de dez espetáculos que o grupo apresenta pelo mundo, entre itinerantes e os fixos.Assim como é marca registrada da trupe, os artistas pulam, muitas vezes de alturas assustadoras, se contorcem, giram e rodopiam. Parece mágica, mas é o resultado de uma bem pensada estratégia e gestão de pessoas que pode servir de exemplo e inspiração para profissionais de todas as áreas. Ao todo, a empresa, com sede no Canadá, mais precisamente em Québec, emprega mais de 3 mil pessoas em tempo integral em todo o mundo, entre artistas, artesãos, técnicos e gerentes. O segredo está na aplicação de métodos simples usados para estimular a criatividade dos funcionários e para obter os melhores resultados. Parte dessa estratégia é explicada no livro Cirque Du Soleil - A reinvenção do espetáculo, publicado no Brasil pela editora Campus. Veja abaixo algumas lições:

1) Nunca tente resolver o problema sem saber qual é
Na pré-estreia do espetáculo Kà em Las Vegas, poucos minutos antes do início da apresentação, os elevadores do palco não estavam funcionando. Então a equipe inteira foi passando a lista de verificação ponto a ponto e, em poucos minutos, o problema foi resolvido: uma falha no computador. Um protocolo rígido evitou que a equipe tentasse consertar o sistema hidráulico todo, em vez de só o computador que o administra.

2) Nunca perca de vista a razão de ser do trabalho
Você e o seu trabalho são especiais! Para pensar assim, é preciso não perder a ligação com o produto final, que, no caso do Cirque, são os shows. Segundo os diretores da empresa, todos fazem parte daquilo que acontece no palco, e é importante lembrar às pessoas que, qualquer que seja a sua função no Cirque Du Soleil - sejam acrobatas ou contadores -, é por esses shows que elas fazem o que fazem. Isso ajuda a manter a motivação da equipe. Por isso periodicamente qualquer funcionário é convidado a assistir ensaios ou espetáculos para não se esquecer pelo que estão trabalhando.

3) Enxergue oportunidades nos erros ou contratempos
Um acidente não passa de uma oportunidade disfarçada para sermos criativos. A resposta foi dada por uma ginasta americana que fazia a primeira entrevista para uma vaga no Cirque. Perguntada sobre qual tinha sido seu maior constrangimento, ela respondeu que foi quando sua malha rasgou quase até a axila bem no meio da apresentação. Quando ela completou o exercício, estendeu os braços e abriu o maior sorriso que conseguiu e recebeu uma das maiores notas da sua carreira.

4) Aprenda a sair da zona de conforto
Para ser aprovado no Cirque, passa-se por testes que incluem tarefas inusitadas, como escalar uma corda e lá no alto cantar uma música. Os candidatos, a maioria atletas, reagem no início. Estão habituados a seguir as regras, a obedecer ordens, e essas "brincadeiras" servem para ajudá-los a sair da zona de conforto, a experimentar algo diferente e a se expressarem. Para a empresa, criatividade tem a ver antes de tudo com coragem - a disposição para correr riscos, experimentar coisas novas e compartilhar as experiências com os outros. "A determinação de nos mantermos na nossa zona de conforto é tão grande que aprendemos a conviver até com a decepção, se ela for um terreno familiar em que nos sentimos protegidos", diz Frank, personagem do livro.

5) Transforme idéias em realidade
Uma espécie de polinização cruzada é um dos segredos do extraordinário frescor e vitalidade do Cirque. Ou seja, todos os membros utilizam todas as influências externas possíveis, de praticamente todos os campos da atividade humana - pintura, cinema, música, para colaborar com ideias. E as sugestões são discutidas entre todos até o ponto de ninguém mais saber de quem foi a autoria. O segredo para transformar isso nos belos espetáculos é algo que todo profissional conhece bem: prazo. "Sem ele a mente perde o foco e por outro lado estimula a mente a produzir ideias malucas que nunca viriam à tona de outro modo."

6) Tome cuidado com a burocracia
Com restrições em excesso, você para de pensar no que pode fazer e começa a pensar no que não dá para fazer.

7) Trabalhe tão duro quanto a sua equipe
É preciso dar duro exatamente como se exige dos funcionários. Em todos os ramos, ninguém trabalha mais do que o patrão. Outra técnica para manter a motivação da equipe, empregada por uma das diretoras artísticas, é entregar para cada artista, no fim de cada espetáculo, anotações sobre detalhes - o que deu certo, o que não deu, o que está melhorando -, assim eles sabem que estão prestando atenção neles e que seu trabalho foi reconhecido.

8) Não abra exceções
No Cirque, para garantir os malabarismos há um árduo trabalho prévio que envolve transformar as idéias em realidade, desenvolver a técnica e a tecnologia e garantir que o público não perceba tudo o que está por trás. Não pode haver a menor concessão em relação à segurança, nem a menor concessão com a aparência, pois disso depende a vida dos artistas e os resultados do show. Os artistas precisam ter condições de executar os truques mais inacreditáveis do mundo, mas sem se colocarem em perigo jamais. É isso que os obriga a serem criativos, a encontrarem novas formas de não perderem de vista nenhum dos dois aspectos. Sem dramas, dá para transportar essa visão para sua empresa, não?

9) Não coloque a culpa em ninguém
O desenvolvimento de uma estrutura que ofereça segurança e também encante o público leva cerca de dois anos e consome milhões de dólares. Tal investimento é para garantir que não haja incidentes nos treinos e espetáculos. Quando acontece algum incidente - apenas alguns, segundo o Cirque - uma investigação minuciosa é realizada para checar as causas e em quase todos é apontado erro humano, como um cinto de segurança mal fixado ou um erro nos procedimentos. Ainda assim, não se culpa o artista. "Significa que o projeto não foi simples o suficiente, ou o treinamento não foi bom o bastante, ou não foi dito o suficiente para sempre verificar a condição do cinto de segurança", diz um dos responsáveis pelos projetos.

10) Encontre o equilíbrio
Quando o personagem que faz uma imersão no Cirque Du Soleil precisa passar pelos mesmos testes pelos quais passam todos os candidatos, ele não imagina que conseguiria fazer malabarismos sem nenhum treino específico anterior. Alguns números parecem demandar extrema força humana, mas apesar de dedicação, os artistas do Cirque Du Soleil são pessoas sem habilidades extraordinárias ou mutantes. A lição aqui é: é preciso pouco esforço quando as atividades são realizadas com o devido equilíbrio e no tempo correto.

(autor desconhecido)

terça-feira, 23 de março de 2010

Jack Welch

Jack Welch propõe, em suas oito regras, algo não muito distante do que se vê dentro do que já postamos até o momento, porém, propõe algo inovador com as suas próprias características. Digamos que houve uma personalização, com o seu perfil de liderança no longo dos anos que geriu a General Eletric.
Dentro de sua maneira de gestão, ele aderiu a Gerência de Equipe, na qual busca o comprometimento dos colaboradores, criando um espírito de corpo com os envolvidos, produzindo assim, um ambiente com confiança e respeito.
Quanto das definições de Liderança “como processo de conduzir as ações ou influenciar o comportamento e mentalidade das outras pessoas”, nosso guru enfatiza a grande necessidade de que todos vivenciem e respirem a visão da empresa, dando o exemplo, criando um crescimento e aprendizado da equipe.
A segunda definição de Liderança diz que “é a realização de metas por meio de direção dos colaboradores”, Jack dá novo significado quando fala que “Líderes são incansáveis no aperfeiçoamento de equipe” e ele ainda acrescenta, são os “Líderes que pressionam sua equipe em busca da ação”. Realmente sem comentários.
No que tange a motivação, o ex-CEO da GE diz “Líderes emitem energia positiva e otimismo”, o que vai totalmente a favor de tudo aquilo que na administração se entende como motivação, ou seja, a demonstração que a pessoa motivada tem para realizar uma tarefa. Jack conclui que com uma postura contagiante, a equipe reflete o líder.
No Modelo do Comportamento, sabemos que todo comportamento é motivado, é orientado para a realização de algum objetivo e pode ser perturbado por um conflito, frustração ou ansiedade. Com isso, há uma analogia com as regras de Jack, ou em outras palavras, sua equipe tem que ser unida por um espírito de vitória, emitindo energia positiva e otimismo, sendo elogiada constantemente pelo líder que exibe sempre atitudes energizantes e corajosas diante das dificuldades.
Jack sabe que o seu trabalho é o dos outros, a partir do momento que se torna um líder, os resultados são proporcionais aos esforços. Ele também não deixa de lado o valor que se dá a uma recompensa da equipe, não somente em elogios e congratulações, mas em salários e bônus. E isso está ligado ao esforço que ela faz. E finalizando, conforme a Teoria da Expectativa reza “se a recompensa for atraente, a motivação para fazer o esforço será grande”, Jack complementa quando fala que “seus subordinados precisa saber como andam os negócios”, ou seja, a saúde da empresa.
Dentro do contexto da Liderança, Jack conseguiu ter todas as características básicas de um líder e exemplificá-las no decorrer de sua carreira. No que diz respeito aos liderados, conseguiu, através de algumas de suas regras, trazê-los para junto de si, fazendo com que o objetivo fosse comum. Quanto à organização da empresa e conjuntura geral (social, política e econômica), seguiu sua intuição, não se preocupando com a sua popularidade, fez o que achou que deveria ser feito, mesmo que erroneamente. E quando errava, “falava abertamente com outras pessoas, pois queria mostrar que é normal fazer apostas ousadas e perder, desde que delas se extraia alguma lição”.
Um dos grandes incrementos que Jack deu tanto a Teoria da Equidade quanto às de Conteúdo e dos Dois Fatores, foi o fato que independente da recompensa, dos fatores que motivam e da crença que se cria quanto à eficácia de receber algo pelo esforço despendido, é o que ele diz sobre “os Líderes celebram”. Com muita felicidade, Jack, compara a necessidade de comemorações com a final de um campeonato, na qual a equipe vencedora festeja e muito, a sua vitória (nós como bons brasileiros sabemos o que é comemorar a final de um campeonato, ainda mais se for copa do mundo!!!). Ele encerra dizendo que as empresas devem explorar mais os momentos de realização e grandes proezas, não os deixando passar em branco.
Em suma, Jack Welch, um dos maiores gurus em Administração do planeta, justifica a “bagatela” de seu cachê que oscila entre 150.000 a 400.000 dólares por palestra. Com suas regras simples, conhecidas, porém ousadas, foram adaptadas ao jeito Jack de ser. Ele fez diferente, porém não reinventou a roda, apenas a melhorou, e muito.
Pensem nisso.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mude seu rumo

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland. Os americanos começaram na "maciota":
- "Favor alterar seu curso 15 graus para o norte para evitar colisão com nossa embarcação".
Os Canadenses responderam de pronto:
- "Recomendo mudar o seu 15 graus para o sul".
O Americano ficou irritado:
- "Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude SEU curso".
Mas o canadense insistiu: - “Não. Mude o SEU curso atual”.
O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:
- “ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO”.
E o Canadense respondeu:
- “AQUI É UM FAROL. CÂMBIO!”


Quantas vezes a prepotência e a arrogância tomam conta da situação e das próprias pessoas, fazendo-as cegas e totalmente petulantes menosprezando quem quer que seja? Sem contar com pessoas que ostentam cargos e podem “comprar” o que quiserem?
Esses “repelentes” conseguem com seu ar de superioridade e autoridade fazer com que todos a sua volta tenham pavor de ficar ao seu lado. E método para conseguir com que os seus liderados façam o que querem é através do medo e do “chicote”.
Quando queremos alcançar um objetivo ou uma meta temos que envolver todos num só espírito, imbuindo os envolvidos num espírito cooperativo e coletivo. Não podemos ser em momento algum, egoístas pensando somente em nosso umbigo como o centro do mundo. Não somos e nunca seremos os donos da razão.
Diversas vezes quebramos a cara e nos arrebentamos por não ter a humildade de ouvir o que as pessoas têm a nos dizer. Pequenos sinais emitidos pelos que nos rodeiam podem mudar totalmente o rumo de nossa vida quer seja pessoal ou profissional.
Sabemos que o mundo hoje exige um espírito muito mais “nós” do que “eu” e que esse individualismo apenas faz com que nos afastemos e consigamos repudiar as pessoas que poderiam nos auxiliar em nossas conquistas.
Ter a simplicidade de reconhecer os nossos erros e buscar o melhor caminho para nos redimirmos alcançando assim o ápice dentro dos nossos desejos é fundamental para o crescimento dos valores de cada pessoa. Não somente erros cotidianos, mas de um modo geral, todas as coisas que estão discrepantes em nossa vida.
Vivemos sempre aprendendo com todos os que convivem conosco, aprendendo coisas boas e coisas ruins. Li uma frase que dizia: "NÃO SEJA TOTALMENTE INUTIL, AO MENOS SIRVA DE MAU EXEMPLO!” E tenho plena convicção de que não quero isso pelo menos para mim.
Se tiver que passar algo a outras pessoas, que seja positivo e bom. Não podemos nunca através da nossa arrogância ser sempre o mesmo, sem mudanças e sem progressos. O pior de tudo na vida é descobrimos mais tarde que poderíamos ter feito melhor e por falta de humildade perdemos tempo.

"Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos. Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas quando na verdade nós é que deveríamos mudar”. Anônimo

domingo, 31 de janeiro de 2010

Como ficar fora.

Atualmente 12.000.000 de brasileiros estão desempregados. Dentre os fatores pelos quais eles se encontram nessa situação é a falta de qualificação profissional. Desse montante, mais de 6.000.000 estão fadados a nunca, isso mesmo, nunca mais retornarem ao mercado de trabalho. Isso ocorrerá enquanto os mesmos não fizerem uma “lavagem cerebral” e atualizarem rapidamente seus conceitos.
Com um mercado cada vez mais seletivo e com vagas, essas aqui ditas como raridades, as quais entendemos como aquelas designadas para funções de medianas para cima dentro de qualquer empresa.
Convivemos com casos onde, não adianta somente ser portador de um currículo composto por um histórico em grandes empresas e com formação numa renomada Universidade. Somente isso, ou melhor, isso tudo não é bastante; além do já conhecido QI. (Quociente Intelectual) precisamos ser parte detentores de QE (Quociente Emocional) tanto quanto ou maior que o QI.
Mas isso não basta. Precisamos, mesmo que já fora de nossa antiga empresa, saber dizer “obrigado pela oportunidade dada!” Inúmeras pessoas estão fora e certamente ficarão fora porque esqueceram desse pequeno e fundamental detalhe e vão, sem sombra de dúvidas, visarem apenas seus “direitos”. Alguns se tornam profissionais da arte de demissão e fazem disto seu meio de vida. Entram nas empresas já visando o seguro desemprego e um sem número de reivindicações de direitos que não existem. Para estes, o mercado de trabalho está agonizando em estado terminal, pois a própria justiça do trabalho começa a enxergá-los como oportunistas de plantão. Além do mais, os empresários que já os tiveram em seus quadros, tomam mais cuidados com as próximas contratações. Como diz o ditado, “Gato escaldado tem medo de água fria”.
Não estar crucificando o fato de fazerem isso, mas sim a falta de consideração e respeito pelo que foi acordado. Não quanto da contratação, mas tudo aquilo que se é dito, conversado e proposto quando se quer uma oportunidade. E não somente lá, na Carteira de Trabalho, mas durante todo o convívio inicial, dentro de cada idéia dada e cada projeto que teoricamente poderia ser desenvolvido.
O que mais encontramos nesse concorrido mercado de trabalho é profissionais que aguardam uma oportunidade para desenvolver um trabalho, que quase sempre é bem melhor do que o já desenvolvido, a um preço (custo) muitas vezes menor do que se tem.
Entretanto quando se agarra uma oportunidade com unhas e dentes, buscando no primeiro momento o crescimento da empresa, conseqüentemente os colaboradores, que estão diretamente ligados a essa expansão, serão certamente congratulados junto com o mérito obtido pela empresa.
Nesse acirradíssimo mercado de trabalho os nossos direitos serão pagos sim, pois como sabemos são NOSSOS DIREITOS, porém quando estivermos usufruindo a fase Napoleão Hill de recebermos muito mais por aquilo que fazemos, nos preocupando primeiramente em fazer muito mais que somos pagos para fazer.
A grande dificuldade das pessoas para permanecer dentro do mercado de trabalho é que ainda não conseguiram “policiar” os valores que realmente fazem a diferença e que estão diretamente vinculados as únicas coisas que os empregadores não se conseguem vigiar : a consciência e as intenções de cada colaborador.
Não adianta de nada articularmos n. coisas para vencer qualquer que seja a partida, o jogo, se que no final, perdermos o campeonato. Temos que fazer diferente, agir totalmente contra o que “todo mundo” diz e tomarmos rumos completamente incoerentes.
“Nunca se esqueça que apenas os peixes mortos “nadam” a favor da corrente”
Malcom Muggeridge
Deus nos dá as nozes, mas não as quebra.