domingo, 14 de junho de 2009

O Bambú Chinês

O BAMBU CHINÊS.

“Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente cinco anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante cinco anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, a partir do quinto ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de vinte e cinco metros”.
Comparo essa história com a vida das pessoas de sucesso, aquelas que se dedicam “full time” na busca de seus objetivos e sonhos. Essas pessoas trabalham, empenham-se, persistem e têm paciência na procura da realização de seu objetivo, pois sabem que ele não se realizará de um dia para o outro, ou no próximo mês, mas sim nos próximo anos.
A história acima nos ensina a persistirmos e focarmos em nossas metas, sem termos medo do que nos venha a acontecer, porém devemos criar uma base sólida, um alicerce bem formado. As maiores árvores são aquelas que têm as raizes mais profundas. Não conheci ainda uma pessoa que se destaca em sua vida profissional que não se dedique dez, doze ou quatorze horas por dia ao trabalho, inteirando-se de todo o processo para o seu crescimento.
O Bambu Chinês tem outra característica fundamental, também presente nas grandes personalidades: apesar de seu imenso tamanho e de suas enormes fibras de sustentação, ele tem uma grande flexibilidade para que nas tempestades e ventanias que o tempo pode trazer, ele possa se curvar e chegar até o chão, independentemente de sua direção, não se rompendo ou quebrando-se.
Outra coisa que aprendemos é que a mudança de atitude, comportamento, pensamento, cultura e sensibilização serão sempre pertinentes na vida de quem quer fazer a diferença. Tenho presenciado grandes histórias onde, a partir do momento em que pessoas acreditam veemente que teriam a capacidade e a competência de ultrapassar seus obstáculos, eles já não mais existirão.
Dentre os nossos obstáculos, o maior deles é o medo. E somente temos medo quando não temos os pés bem alicerçados no chão. Vamos cultivar os três melhores “bons hábitos”, os 3 P´s que podemos ter: a Persistência, Prudência e a Paciência.
A persistência em estarmos sempre em linha reta, com nossos objetivos bem claros e definidos, nunca desistindo de alcançá-los, aconteça o que acontecer. Imagine que um foguete tenha como objetivo a lua, se no lançamento, ele se desviar 0,05 graus de sua rota, certamente passará longe de seu objetivo, que é a lua.
A prudência (não covardia) é vivermos de forma que todas as decisões que devemos tomar, não sejam decididas de forma precipitada, não tendo sabedoria para enxergarmos o melhor a ser feito. A calma, nas situações difíceis, é o melhor instrumento para seguirmos o melhor caminho.
Ter paciência, e não nos acomodarmos, é usarmos nossa inteligência para saber dar tempo ao tempo quando for necessário, ou seja, quando estivermos dentro do processo.
Temos que lembrar sempre que o sucesso é ser feliz e a essência da felicidade é não ter medo, usemos o bambu chinês como exemplo e busquemos mais persistência, prudência e paciência todo dia.
“Sonhe com aquilo que você quiser, vá para onde você queira ir, seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos”.
"A única coisa que devemos temer é o nosso próprio medo".
Franklin Delano Roosevelt

domingo, 7 de junho de 2009

Eu e Eu mesmo...

Por que às vezes é muito difícil para as pessoas entenderem que o mais importante na vida é estar bem consigo mesmo? Existe uma e somente uma pessoa que pode realmente fazer a diferença na minha vida: eu mesmo!
Tenho deparado com situações que me faz refletir sobre o que as pessoas buscam para si, o que elas realmente querem, e, como conduzem sua vida. È frustrante saber que muitos poderiam se tornar o mais feliz dos seres vivos, mas conseguem estragar sua vida com coisas pequenas.
Fico pensativo quanto ao poder que nos foi dado e a forma que muitas vezes damos maior valor às “bijuterias” do que aos inúmeros diamantes que estão presentes em cada dia de vida. Exemplo: conseguimos perder uma grande amizade por bate-boca sobre coisas pequenas como futebol. Mas como já é sabido, são coisas que, não se deve perder tempo discutindo.
Sabemos que não nos valorizamos ou não nos auto-valorizamos como deveríamos. Não nos colocamos em primeiro lugar. Não fazemos aquilo que queremos e sempre condicionamos a nossa felicidade a estar ao lado de alguém, quer seja amigos, namorada ou colegas de trabalho.
Estamos totalmente errados quanto a isso! Os grandes erros da minha vida foram causados por acreditar nessa mentira e me colocar no último lugar de importância. Sempre me dando nota zero e querendo fazer o que a outra pessoa queria.
Aprendi que o que levamos da vida é a vida que levamos e que ninguém poderá me fazer infeliz sem o meu próprio consentimento. Quantas conseqüências carreguei em minha vida por fazer daquele momento uma grande doação me anulando totalmente!
Não obstante do que entendo por felicidade, está o que primo que é o prazer em realizar e fazer dentro do meu dia a dia. É mais fácil falarmos do que colocarmos em prática. Porém é mais difícil para as pessoas entenderem os “por quês” de manter o mais tranqüilo possível os minutos da vida.
Ninguém precisa saber tudo que acontece em minha vida nem muito menos opinar sobre a mesma, querendo fazer com que tomemos a decisão que na visão da outra pessoal é a mais correta a ser tomada. A única pessoa que realmente sabe e compreende as minhas vontades sou eu. Da mesma forma quando nos referimos a outras pessoas.
Vejo-me muitas vezes como um estranho dentro da sociedade por acreditar e viver uma vida, digamos anormal se comparada a outras pessoas. Não me importo nem um pouco pelas palavras que usam para tentarem definir o que passa na minha mente.
Muitas vezes quando questionado sobre isso ou aquilo, sempre busco ser sucinto e direto. Inúmeras coisas não me dizem respeito e outras tantas, não acrescentam sequer uma gota de água em meu oceano.
Sei que é preferível e mais edificante, um final de semana, na companhia de livros e afazeres domésticos do que muitas “diversões e baladas” no qual gastamos nossos tempo e dinheiro com entretenimentos às vezes fúteis.
Seria muita pretensão minha querer mudar o mundo e as pessoas, mas tento, como diz Gandhi, temos que ser a mudança que quero ver no mundo.